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COSMO: NASA descobre novo Sistema Solar parecido com a Terra

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banzé

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Tópico exclusivo sobre noticias sobre novos planetas, sobre o universo e ufologia em geral. Surprised



Última edição por banzé em 23/02/17, 11:31 am, editado 2 vez(es)

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banzé

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Para Richard Dawkins vida extraterrestre pode ser baseada em robótica

fonte: O Globo

Segundo ele, inteligência pode ser o único aspecto em comum entre humanos e alienígenas.



RIO - São muitas as tentativas humanas de imaginar como seria a vida extraterrestre. Para o biólogo evolucionista Richard Dawkins, uma vez encontrada, ela seria a mais completa surpresa, com aspectos como o desenvolvimento da robótica.

Em depoimento gravado para um programa da rede britânica BBC, Dawkins afirma que é seguro supor que uma vez encontrada, a vida extraterrestre será inteligente. Isso por conta das enormes distâncias entre a Terra e outros planetas.

Mas, por outro lado, ele afirma que este pode ser o único aspecto em comum com os humanos. Segundo o biólogo, a vida em nosso planeta é estabelecida à base de carbono, mas não está totalmente fora de questão que haja vida baseada em silício - robótica, em outras palavras.

Dawkins lembra que seres alienígenas pode ser nada parecidos com os humanos. Por isso, um encontro com extraterrestres provavelmente irá transformar a nossa compreensão de nós mesmos, bem como do universo que habitamos.


Read more: http://oglobo.globo.com/sociedade/ciencia/para-richard-dawkins-vida-extraterrestre-pode-ser-baseada-em-robotica-14320211#ixzz3H4P7iJgP

Richard Dawkins: 'É implausível e arrogante pensar que estamos sozinhos no Universo'

Para o biólogo, a vida em outros mundos segue uma evolução darwinista com base na seleção natural.

TENERIFE - O biólogo darwinista Richard Dawkins, famoso por suas campanhas a favor do ateísmo, proclamou sua fé em alienígenas, e até se atreveu a propor uma "taxonomia preliminar" para descrever como eles poderiam ser. Em uma palestra apaixonada na abertura do Starmus Festival, congresso astronômico internacional realizado esta semana em Tenerife, o professor de Oxford admitiu que desta vez ia mergulhar totalmente "no campo da especulação", mas disse que está comprometido com a vida extraterrestre pelo peso da evidência astronômica, de acordo com o jornal espanhol "El Mundo".

- A idéia de que estamos sozinhos no Universo parece completamente implausível e arrogante. Considerando o número de planetas e estrelas que sabemos que existem, é extremamente improvável que sejamos a única forma de vida evoluída - disse Dawkins.

Se nas últimas décadas verificou-se que na nossa galáxia há 100 milhões de planetas, dos quais 10 milhões estão em áreas consideradas habitáveis ​​de suas estrelas, a Dawkins a ideia de de que a vida na Terra é uma exceção cósmica incomum no Universo parece praticamente impossível. Para o autor de obras importantes como "O Gene Egoísta", o que a ciência está comprovando com indícios cada vez mais sólidos é que nós não somos o centro do universo, um paraíso planetário projetado para nós por um criador.

Por outro lado, os resultados da astronomia indicam que a Terra é um dos muitos mundos onde a vida tenha começado um processo evolutivo, de acordo com o biólogo, diante de uma platéia lotada de fãs do estudo do Cosmos. Entre o público, mais uma grande estrela convidada, Stephen Hawking, que dará uma palestra nesta terça-feira.

- O verossímil, e mais provável, é que o universo tenha muitas formas de vida - acredita Dawkins. - A dificuldade é mostrar isso, porque essas formas de vida estão em ilhas separadas por grandes distâncias.

APERTO DE MÃO, NÃO

O biólogo britânico acredita que, se um dia nós entrarmos em contato com ET, será através de sinais de rádio, mas ele duvida muito que "possamos apertar as mãos" de um extraterrestre. A partir desse ponto de vista, Dawkins acredita que iniciativas certamente valem a pena como o projeto SETI na busca de vida inteligente que levou o mítico astrônomo e divulgador Carl Sagan para captar sinais de outras civilizações.

- É um jogo em que o sucesso é improvável, mas poderia dar resultados - disse ele.

Dawkins admite que qualquer proposta neste domínio tem de ser necessariamente um exercício imaginativo. No entanto, ele acredita que "sabemos o suficiente sobre os princípios básicos da vida" para propor algumas "hipótese bem fundamentadas".

Como um bom discípulo do autor de "A Origem das Espécies", Dawkins diz que a vida em outros mundos segue uma evolução darwinista com base na seleção natural. O biólogo mostrou alguns exemplos clássicos de mutações adaptativas que favorecem a sobrevivência de espécies na Terra, como pequenas lagartas se amontoam para parecer um animal gigante, insetos camuflam-se dos predadores ou um peixe disfarçam-se no meio de algas.

Se os alienígenas existem, Dawkins não duvida que todos eles "estão sobrevivendo para se reproduzir" através de todos os tipos de adaptações que lhes oferecem vantagens sobre os concorrentes em seu ambiente.

O biólogo ateu reconheceu que está ansioso para a primeira evidência da existência de vida em Marte, para dar um novo golpe na "vaidade humana" e no "antropocentrismo" de crermos em nós como seres especiais de origem divina. Da mesma forma que a ciência já desmantelou a ideia de que o Sol girava em torno da Terra para Dawkins a próximo grande revolução copernicana provaria que a vida não é de forma um monopólio da Terra.


Read more: http://oglobo.globo.com/sociedade/ciencia/richard-dawkins-implausivel-arrogante-pensar-que-estamos-sozinhos-no-universo-14018764#ixzz3H4QBQBrA







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banzé

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'Vida alienígena achada na estratosfera prova que descendemos de extraterrestres', dizem cientistas

fonte: O Globo

Pesquisadores afirmam ter descoberto partículas que comprovam conclusivamente a existência de vida em outros planetas.


A 'partícula do dragão' cuja análise científica mostra que é composta de carbono e oxigênio - Divulgação

RIO - Pesquisadores da Universidade de Sheffield e do Centro de Astrobiologia da Universidade de Buckingham, na Inglaterra, afirmam que partículas descobertas na estratosfera da Terra são a tão esperada prova de vida extraterrestre. Os cientistas afirmam também que suas descobertas explicam as origens da Humanidade e revelam que a vida na Terra veio originalmente do espaço, segundo o jornal "Independent".

O professor Milton Wainwright e sua equipe fizeram a descoberta após o lançamento de um balão na estratosfera durante a chuva de meteoros Perseidas no ano passado. O balão foi lançado a uma altitude de 27 quilômetros na atmosfera e equipado com lâminas estéreis projetadas para capturar organismos biológicos minúsculos.

Durante a viagem, uma das lâminas capturou um organismo, com tamanho em torno 10 microns, que Wainwright diz que é uma estrutura "coloquialmente chamada de 'a partícula de dragão', a qual a análise científica mostra que é feita de carbono e oxigênio e, portanto, não é um pedaço de poeira cósmica ou vulcânica"

Em entrevista ao "Daily Express", Wainwight explicou que não estava claro se o organismo era uma forma única de vida ou se era composta de uma série de micróbios menores. Ele também disse categoricamente que a entidade biológica não é similar a "qualquer coisa encontrada na Terra".

- O que é surpreendente é que esses organismos originais aparecem na amostragem em uma condição absolutamente intocada - disse ao jornal. - Não há pólen, grama ou partículas de poluição encontradas com eles, ou ainda o solo ou poeira vulcânica. Isso, mais o fato de que alguns dos materiais biológicos colhidos pela equipe produzem crateras de impacto quando atingem as amostras, confirmam a sua origem no espaço.



Um organismo capturado pelos pesquisadores - Divulgação

No entanto as declarações do Professor Milton Wainwright têm atraído críticas da comunidade científica. Um astrobiólogo disse ao site Space.com que Wainwright precisaria mostrar que o organismo foi composto todo por aminoácidos D em vez de aminoácidos L, ou seja, algum tipo de prova de que os resquícios não continham a mesma bioquímica de objetos terrestres.

Além disso, a "Journal of Cosmology", onde o artigo com a suposta revelação bombástica foi revelado, teve sua reputação questionada por mais de uma vez por outros membros da comunidade científica.

Contudo, as observações do professor Wainwright podem dialogar com outras. Suas afirmações vêm à tona poucas semanas depois de os cientistas russos afirmarem ter descoberto vestígios de vida marinha do lado de fora da Estação Espacial Internacional (ISS).

Vladimir Solovyev, funcionário encarregado do segmento de ISS da Rússia, disse à agência de notícias Itar-Tass que o minúsculo plâncton e organismos microscópicos tinham sido descobertos no exterior da sonda, descrevendo a descoberta como "absolutamente única".

Foi a primeira vez que organismos complexos foram descobertos no espaço, e muitos acreditam que a descoberta confirma a teoria de que toda a vida na Terra se originou a partir do espaço.


Read more: http://oglobo.globo.com/sociedade/ciencia/vida-alienigena-achada-na-estratosfera-prova-que-descendemos-de-extraterrestres-dizem-cientistas-14191511#ixzz3H4S3O0Qf



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Astrônomos encontram água na atmosfera de exoplaneta a 124 anos-luz da Terra

fonte: O Globo

Descoberta feita em planeta extrassolar com tamanho aproximado de Netuno é mais um passo no caminho da busca pela “Terra 2”.


Ilustração mostra o planeta extrassolar HAT-P-11b enquanto passa em frente a sua estrela, permitindo a análise de sua atmosfera - NASA/JPL-Caltech

RIO - A vida como conhecemos depende da existência de água em estado líquido para se desenvolver. Assim, detectar a presença da substância em planetas e luas dentro e fora do Sistema Solar é um dos primeiros passos na busca por outros lugares no Universo onde possam existir organismos extraterrestres. Na nossa vizinhança cósmica, diversas sondas já fizeram este trabalho, revelando locais promissores para continuar esta procura, como Marte, Europa e Encélado, luas de Júpiter e Saturno, respectivamente.

Atualmente, porém, não há tecnologia capaz de enviar sondas até planetas descobertos orbitando outras estrelas, chamados extrassolares ou exoplanetas. Desta forma, uma das únicas alternativas disponíveis é aproveitar os raros casos em que estes planetas cruzam à frente de suas estrelas do ponto de vista da Terra, fenômeno conhecido como trânsito, para analisar a composição de suas atmosferas. Isso é possível graças ao fato de diferentes substâncias absorverem diferentes comprimentos de onda da luz emitida pela estrela quando ela atravessa suas atmosferas, deixando uma “assinatura” da sua presença neste chamado espectro de transmissão.

OBSERVAÇÕES COM TELESCÓPIOS PODEROSOS

Até o momento, cientistas já tinham conseguido fazer essas análises em alguns planetas extrassolares gigantes gasosos que orbitam muito próximos de suas estrelas, conhecidos como “jupiteres quentes”, tendo inclusive detectado sinais de água neles. Agora, no entanto, uma equipe de astrônomos liderada por Drake Deming, professor da Universidade de Maryland, nos EUA, combinou observações feitas com três poderosos telescópios espaciais da Nasa — Hubble (luz visível e infravermelho próximo), Spitzer (infravermelho) e Kepler (luz visível) — para obter o espectro de transmissão da atmosfera de um planeta extrassolar com tamanho aproximado de Netuno, o menor já estudado desta forma, encontrando pela primeira vez sinais inequívocos de existência de vapor d’água nela.

Batizado HAT P-11b, o exoplaneta orbita uma estrela anã laranja um pouco menor e mais fria que nosso Sol localizada a cerca de 124 anos-luz de distância na direção da constelação de Cygnus (Cisne). Descoberto em 2009 por uma rede húngara de telescópios automatizados conhecida como HAT (daí o seu nome), o planeta extrassolar tem cerca de 4,4 vezes o diâmetro e 26 vezes a massa da Terra e está tão próximo de sua estrela, a uma distância média de apenas 7,5 milhões de quilômetros, que completa uma volta em torno dela em menos de cinco dias.

E foi justamente este período orbital tão curto que possibilitou aos cientistas acumularem dados de trânsitos suficientes para poderem afirmar terem encontrado sinais da existência de água neste mundo tão distante. Mas este não foi o único fator que ajudou no processo. Também colaborou o fato de a alta atmosfera do HAT P-11b provavelmente estar livre de nebulosidade, à diferença de Netuno no nosso Sistema Solar, coberto por grossas camadas de nuvens. Sem as nuvens, a luz emitida pela estrela-mãe do planeta pôde penetrar mais fundo e atravessar porções maiores de sua atmosfera, reforçando os sinais de presença de vapor d’água nela que permitiram sua detecção. Antes, a mesma equipe de astrônomos já tinha tentado fazer este tipo de análise com outros exoplanetas de tamanho semelhante, mas os sinais nos espectros de transmissão obtidos foram “abafados” pelas nuvens em suas atmosferas.

— Quando os astrônomos saem à noite para fazer observações com telescópios, eles costumam dizer “céus claros” uns para os outros como forma de desejar boa sorte — conta Jonathan Fraine, um dos integrante da equipe de Deming e principal autor de artigo sobre a descoberta, publicado na edição desta semana da revista “Nature”. — Neste caso, porém, encontramos um céu claro em um planeta distante, o que foi uma sorte nossa, já que significa que as nuvens não bloquearam nossa visão das moléculas de água.

SEM POSSIBILIDADE DE VIDA

Mas, apesar da confirmação da presença de água no HAT P-11b, o planeta está longe de ter outras condições que também acredita-se serem necessárias para que a vida pudesse se desenvolver nele. Por estar tão perto da estrela-mãe, sua temperatura média fica por volta dos 600 graus Celsius. Além disso, as medições indicam a presença de vapor d’água em uma proporção de apenas 250 partes por milhão. De resto, sua atmosfera seria composta em 90% por hidrogênio, envolvendo um pequeno núcleo, provavelmente rochoso, no seu centro.

Ainda assim, os cientistas destacam que a bem-sucedida análise da atmosfera de um planeta extrassolar com tamanho próximo de Netuno significa mais um passo na direção de, no futuro, conseguir fazer o mesmo com exoplanetas de dimensões mais parecidas com as da Terra. Previsto para ser lançado em 2018, o telescópio espacial James Webb (JWST, na sigla em inglês), sucessor do Hubble, deverá ser capaz de detectar sinais de água na atmosfera das chamadas “super-Terras”, exoplanetas com entre 1,25 e duas vezes o diâmetro e até dez vezes a massa do nosso.

— Estamos abrindo nosso caminho linha abaixo, de jupiteres quentes para exonetunos, e queremos expandir nosso conhecimento para uma gama maior de exoplanetas — diz Deming, que assina como coautor o artigo na “Nature”. — O trabalho que estamos fazendo agora é importante para os futuros estudos de super-Terras e mesmo de planetas menores, já que também queremos poder escolher previamente planetas com atmosferas livres de nuvens que permitirão que detectemos moléculas de água nelas.

O problema é que analisar as atmosferas de planetas extrassolares do tamanho da Terra e finalmente encontrar a tão sonhada “Terra 2” — isto é, um exoplaneta que tenha dimensões e massa similares às do nosso e que orbite uma estrela parecida com o Sol na sua chamada zona habitável, em que não está nem perto nem longe demais de modo que sua temperatura permita a existência de água líquida em sua superfície — demandará equipamentos ainda mais poderosos que o JWST tanto em solo quanto no espaço que, por enquanto, só existem no papel. São os casos, por exemplo, do supertelescópio E-ELT, que o Observatório Europeu do Sul (ESO) pretende construir no Chile a um custo de mais de 1 bilhão de euros e que deverá estar pronto depois de 2022.


Read more: http://oglobo.globo.com/sociedade/astronomos-encontram-agua-na-atmosfera-de-exoplaneta-124-anos-luz-da-terra-14033999#ixzz3H4T5GkDX


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Começa a busca por mundos habitados

fonte: Folha de São Paulo
http://mensageirosideral.blogfolha.uol.com.br/2015/01/19/comeca-a-busca-por-mundos-habitados/

Uma descoberta épica acaba de ser feita pela missão K2, a segunda fase de operações do satélite Kepler, da Nasa. Seria apenas mais um planeta potencialmente similar à Terra, como tantos que já foram anunciados nos últimos anos, não fosse por um detalhe: ele é o primeiro a ser encontrado que permitirá a busca efetiva por sinais de vida em sua atmosfera.


Concepção artística de planeta ao redor de estrela anã vermelha, como o recém-descoberto (Crédito: PHL/UPR)

Você pode se perguntar: mas por que os outros não permitiam isso? Qual o problema com os oito mundos recentemente anunciados, ou o Kepler-186f, que fez manchetes em 2014? Em essência, esses planetas estavam distantes demais para permitir o posterior estudo de suas atmosferas.

Esse não é o caso do planeta que recebeu a designação EPIC 201367065 d. Ele tem um diâmetro cerca de 50% maior que o da Terra e completa uma volta em torno de sua estrela-mãe a cada 44,6 dias terrestres. Os dados da missão K2 revelaram a presença de outros dois planetas, um com cerca de 2,1 vezes o diâmetro terrestre, completando uma volta em torno da estrela a cada 10 dias, e o outro com 1,7 vez o diâmetro da Terra e período orbital de 24,6 dias.

A grande vantagem, contudo, é a distância que a estrela EPIC 201367065 guarda de nós — cerca de 150 anos-luz. Não é que esteja “logo ali”, como diria o outro, mas é perto o suficiente para que possamos aplicar a tecnologia atual para estudar diretamente a atmosfera desse mundo. E isso, por sua vez, pode carregar pistas da existência de vida.

A BENESSE DO TRÂNSITO

Hoje em dia, é muito difícil observar diretamente a luz que emana de um planeta fora do Sistema Solar. Algumas câmeras especiais já conseguem fotografar planetas gigantes em órbitas longas em torno de seus sóis, mas isso ainda não é possível para planetas pequenos e rochosos em órbitas suficientemente próximas a ponto de permitir que a água se mantenha em estado líquido na superfície — condição aparentemente essencial para o surgimento e a manutenção da vida.

Então, o único meio de estudar a atmosfera desses mundos é nos casos em que eles “transitam” à frente de suas estrelas, com relação ao nosso campo de visão. Assim, parte da luz da estrela atravessa de raspão a atmosfera do planeta e segue até nós, carregando consigo uma “assinatura” da composição do ar.

Pois bem. O satélite Kepler detecta planetas justamente medindo as sutis reduções de brilho das estrelas conforme eles passam à frente delas. Por um lado, isso limita brutalmente a quantidade de planetas que podemos detectar, pois exige que o sistema esteja alinhado de tal forma que esses mini-eclipses sejam visíveis daqui. (Estima-se que apenas 5% dos sistemas planetários estejam num alinhamento favorável.) Por outro lado, os planetas que descobrimos já são alvos naturais para estudos de espectroscopia, a análise da tal “assinatura” na luz que passou de raspão pela atmosfera.


O satélite Kepler detecta planetas observando trânsitos deles à frente de suas estrelas-mães. (Crédito: Nasa)

Acontece que a missão original do Kepler não era buscar mundos que pudessem ser estudados assim. Quando ele foi projetado e lançado, a quantidade de planetas conhecidos ainda não era tão expressiva, de forma que o objetivo principal do satélite era obter descobertas suficientes para formular um censo da distribuição dos planetas pelo Universo. Para isso, a Nasa o apontou para uma única região do céu, um pequeno cantinho que representa apenas 0,25% do total da abóbada celeste, mas que tinha grande concentração de estrelas. Ele passou quatro anos monitorando cerca de 150 mil estrelas ininterruptamente. O sucesso foi notável. O Kepler já descobriu sozinho mais planetas que todos os outros esforços e projetos que vieram antes dele. Mas um efeito colateral indesejável é que a maioria desses planetas está a uma distância grande demais para permitir esses estudos atmosféricos.

Na missão K2, contudo, a história é outra. Em tese, ela nem deveria existir. Sua formulação foi motivada por um defeito no satélite Kepler, que impediu que ele permanecesse mantendo seu apontamento preciso exigido pela missão original. A Nasa acabou resolvendo a questão usando a própria luz solar como um “apoio” extra para manter o telescópio espacial firmemente apontado, mas com isso é preciso manter a espaçonave sempre alinhada com o Sol, o que significa que o Kepler, conforme avança em sua órbita, agora troca periodicamente a área celeste em foco. São apenas 80 dias para cada região do céu escolhida. Além disso, a precisão das observações diminuiu, de forma que agora a prioridade são estrelas mais próximas — qualidade, em vez de quantidade. Na prática, agora começamos a buscar de fato planetas que iremos estudar a fundo nos próximos anos.

O que nos leva à estrela EPIC 201367065. Ela é uma anã vermelha, um astro com cerca de metade do diâmetro do nosso Sol. Menos quente e luminosa, portanto, o que significa que a chamada zona habitável fica bem mais perto dela do que acontece no Sistema Solar. Segundo os cálculos dos astrônomos, o terceiro planeta do sistema recebe aproximadamente 50% mais radiação de sua estrela que a Terra ganha do Sol. Se isso se traduz num planeta com temperatura amena, como o nosso, ou num inferno escaldante, como Vênus, depende basicamente da composição e da densidade da atmosfera desse mundo misterioso.

O JOGO JÁ COMEÇOU

E aí é que entra a parte interessante. Em vez de simplesmente especular sobre isso, os astrônomos já podem colocar a mão na massa. E não só com o planeta possivelmente habitável, mas com os outros dois, ligeiramente maiores, nas órbitas mais internas. Seriam eles mais parecidos com versões miniaturizadas de Netuno, o menor dos gigantes gasosos do nosso Sistema Solar, ou estão mais para superterras, mundos essencialmente rochosos? Os cientistas apontam em seu artigo, submetido para publicação no “Astrophysical Journal”, que o Telescópio Espacial Hubble seria capaz de analisar o espectro e verificar a presença de grandes invólucros gasosos de hidrogênio nesses planetas, caso eles não tenham grandes coberturas de nuvens na alta atmosfera.

E a coisa vai ficar melhor ainda a partir de 2018, quando a Nasa lançar ao espaço o Telescópio Espacial James Webb. Ele será capaz de detectar dados espectrais correspondentes a uma atmosfera similar à terrestre. Por exemplo, se um desses mundos tiver uma atmosfera como a nossa, onde predomina o nitrogênio, nós saberemos. Se ela contiver grandes quantidades de dióxido de carbono, como é o caso de Vênus, também.

Isso sem falar na medida mais natural a ser tomada desse sistema planetário — a observação dos efeitos gravitacionais que os planetas exercem sobre a estrela-mãe. Com as tecnologias atuais, já seríamos capazes de detectar o bamboleio gravitacional realizado pela estrela conforme ela é atraída para lá e para cá pelos planetas girando em torno dela. E, com isso, saberíamos suas massas. Juntando essa nova informação aos diâmetros, já medidos pelo Kepler, conheceríamos a densidade. E, a partir dela, poderíamos inferir se estão mais para planetas como a Terra ou mundos gasosos, muito menos densos.

“Ao nos permitir medir as massas e as condições atmosféricas de três planetas pequenos num único sistema, a EPIC 201367065 representa uma oportunidade empolgante para o teste de teorias de formação e evolução planetária num único laboratório extra-solar”, escrevem os cientistas encabeçados por Ian Crossfield, da Universidade do Arizona, nos Estados Unidos.

Os astrônomos já têm o caminho todo mapeado. A ideia é que o K2, assim como seu sucessor, o satélite TESS, que deve ser lançado em 2017, descubra mais alvos promissores, como os do sistema EPIC 201367065. Quando o James Webb for ao espaço, em 2018, terá uma lista considerável de planetas para estudar — potencialmente centenas deles. Todos interessantes, mas obviamente nem todos tão bons para a vida quanto a Terra. Contudo, se, de toda essa amostra de mundos, apenas um tiver uma atmosfera rica em oxigênio sem que esse gás possa ter sido produzido em quantidade apreciável por processos não-biológicos (como é o caso do nosso planeta), já teremos a certeza de que não estamos sós no Universo.

Difícil imaginar uma época mais empolgante que esta em toda a história da espécie humana. Quem viver verá.

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Astrônomos dizem ter descoberto dois novos planetas no nosso Sistema Solar



Impressão artística de um dos dois planetas recém-descobertos, além da órbita de Plutão, segundo anunciaram cientistas britânicos e espanhóis
O Sistema Solar tem, pelo menos, mais dois planetas "esperando para ser descobertos", além da órbita de Plutão, anunciaram astrônomos britânicos e espanhóis nesta segunda-feira (19).

A lista oficial de planetas do nosso sistema solar inclui oito corpos solares, entre os quais o gigante gasoso Netuno é o mais afastado.

Além de Netuno, Plutão foi relegado ao status de "planeta anão" pela União Astronômica Internacional, em 2006, embora seja considerado por alguns o planeta mais distante do sol.

Em um estudo publicado na última edição do periódico mensal Monthly Notices, da Sociedade Astronômica Real, cientistas propõem que há "pelo menos" dois planetas além de Plutão.

Seus cálculos se baseiam no comportamento orbital incomum de rochas espaciais muito distantes, denominados objetos transnetunianos, ou ETNOs, na sigla em inglês.

Em teoria, os ETNOs deveriam estar dispersos em uma faixa de cerca de 150 Unidades Astronômicas (UA) do Sol.

Uma UA, medida de distância do Sistema Solar, corresponde ao espaço entre a Terra e o Sol: quase 150 milhões de quilômetros.

Os ETNOs também deveriam estar, mais ou menos, no mesmo plano orbital que os planetas do Sistema Solar.

Mas observações de cerca de uma dúzia de ETNOs sugeriram uma imagem bem diferente, segundo o estudo.

Se a pesquisa estiver correta, os cientistas deduzem que os ETNOs se dispersaram muito mais amplamente, entre 150 e 525 UA, com uma inclinação orbital de cerca de 20 graus.

Para explicar esta anormalidade, o estudo sugere que alguns objetos muito grandes, como planetas, devem estar nos arredores e sua força gravitacional está influenciando os ETNOs, muito menores, ao redor.

"Este excesso de objetos com inesperados parâmetros orbitais nos leva a crer que algumas forças invisíveis estão alterando a distribuição" de ETNOs, disse Carlos de la Fuente Marcos, da Universidade Complutense de Madri.

"O número exato é incerto, uma vez que os dados que temos são limitados, mas nossos cálculos sugerem que há pelo menos dois planetas e, provavelmente, mais, nos confins do nosso Sistema Solar", noticiou a agência de notícias científicas espanhola Sinc, citando o cientista.

"Se isto se confirmar, nossos resultados podem ser realmente revolucionários para a astronomia", concluiu.

Até agora, não há evidências diretas que sustentem esta teoria.

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Via Láctea 'pode ser buraco de minhoca para viagens no tempo'



Visualização de dados do satélite Planck, da Agência Espacial Europeia (ESA, na sigla em inglês), retrata a interação entre poeira interestelar na Via Láctea e a estrutura do campo magnético da galáxia
Nossa galáxia pode ser, em teoria, um grande túnel semelhante a um buraco de minhoca (ou túnel de viagens no espaço e no tempo), possivelmente "estável e navegável" e, portanto, "um sistema de transporte galático". É o que sugere um artigo publicado no periódico Annals of Physics.

O estudo - que, ressaltam os cientistas, ainda é uma hipótese - é resultado de uma colaboração entre pesquisadores italianos, americanos e indianos.

Para chegar a essas conclusões, os estudiosos combinaram equações da teoria da relatividade geral, desenvolvida por Albert Einstein, com um mapa detalhado da distribuição de matéria escura (que representa a maior parte da matéria existente no Universo) na Via Láctea.

"Se unirmos o mapa da matéria escura na Via Láctea com o modelo mais recente do Big Bang para explicar o Universo e teorizarmos a existência de túneis de espaço-tempo, o que obtemos é (a teoria) de que nossa galáxia pode realmente conter um desses túneis e ele pode ser do mesmo tamanho da própria galáxia", disse Paolo Salucci, um dos autores do estudo e astrofísico da Escola Internacional de Estudos Avançados de Trieste (Sissa, na sigla em italiano).

"Poderíamos até viajar por esse túnel, já que, com base em cálculos, ele seria navegável. Assim como o visto recentemente no filme Interestelar."

Ainda que túneis desse tipo tenham ganhado popularidade recentemente com o filme de ficção científica, eles já chamam a atenção de astrofísicos há muito tempo, explica comunicado do Sissa.

Salucci afirmou não ser possível dizer com absoluta certeza que a Via Láctea é igual a um buraco de minhoca, "mas simplesmente que, segundo modelos teóricos, essa hipótese é possível".

O cientista explicou que, em teoria, seria possível comprovar essa hipótese fazendo uma comparação entre duas galáxias - aquela à qual pertencemos e outra parecida. "Mas ainda estamos muito longe de qualquer possibilidade real de fazer tal comparação."

Matéria escura
Estudos prévios já haviam demonstrado a possível existência desses buracos de minhoca em outras regiões galáticas. Segundo o estudo do Sissa, os resultados obtidos agora "são um importante complemento aos resultados prévios, confirmando a possível existência dos buracos de minhoca na maioria das galáxias espirais".

O estudo também reflete sobre a matéria escura, um dos grandes mistérios da astrofísica moderna. Essa matéria não pode ser vista diretamente com telescópios; tampouco emite ou absorve luz ou radiação eletromagnética em níveis significativos. Mas a misteriosa substância compõe 85% do universo.

Salucci lembra que há tempos os cientistas tentam explicar a matéria escura por meio de hipóteses sobre a existência de uma partícula específica, o neutralino - particula que não pode ser identificada pelo CERN (Organização Europeia para a Pesquisa Nuclear, que pesquisa o Bóson de Higgs, a chamada "partícula de Deus") ou observada no Universo. Mas há teorias alternativas que não se baseiam nessa partícula.

"Talvez a matéria escura seja uma 'outra dimensão', talvez um grande sistema de transporte galático. Em todo o caso, realmente precisamos começar a nos perguntar o que ela é."


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Cientistas descobrem planeta com sistema de anéis 200 vezes maior que o de Saturno

fonte: O Globo

É a primeira vez que uma estrutura dessa dimensão é encontrada fora do nosso Sistema Solar.



Mesmo a bilhões de quilômetros de distância da Terra, Saturno é um dos planetas mais característicos do nosso Sistema Solar por conta dos anéis que rodeiam toda sua circunferência. Mas nosso "vizinho" não é o único a contar com esses elementos: a 420 anos luz de distância de nós, seres humanos, está o chamado "J1407b", um exoplaneta cujo sistema de anéis é 200 vezes maior do que o de Saturno.

De acordo com os sites SlashGear e Daily Mail, o planeta foi descoberto por astrônomos do Observatório de Leiden, na Holanda, e da Universidade de Rochester, nos Estados Unidos. O corpo celeste já havia sido observado nos anos de 2007 de 2012, mas só nesta semana os cientistas revelaram o quão extraordinária é a estrutura do astro, que possui em sua composição mais de 30 anéis, cada um medindo dezenas de milhões de quilômetros de diâmetro.

Todo o processo de estudo do J1407b ocorre no observatório SuperWASP por meio da identificação de variações na luz de estrelas, conforme os planetas as orbitam e as eclipsam. Embora admitam ser necessárias mais pesquisas, os especialistas alegam que o planeta pode ser um gigante gasoso como Júpiter ou Saturno, mas com massa até 40 vezes superior a Júpiter. "Podemos pensar nessas novas descobertas como uma espécie de 'super-Saturno'", comentou o professor Eric Mamajek, da Universidade de Rochester, nos EUA.

Como ainda não é possível calcular o tamanho desse sistema, os pesquisadores fazem a seguinte comparação: se os anéis de Saturno fossem do mesmo tamanho que os de J1407b, eles seriam facilmente visíveis daqui da Terra à noite. Pela imagem divulgada pelos cientistas, é possível notar que o planeta em si é praticamente "engolido" pelo seu grande conjunto de anéis. Até mesmo as luas que cercam o objeto poderiam sumir no meio dos anéis que cercam o planeta.

Falando nisso, os astrônomos afirmam que algumas lacunas detectadas no sistema de anéis sugerem que parte do material pode ter se juntado ao ponto de formar novas luas, fenômeno este que já foi notado também nos anéis de Saturno.

Segundo os cientistas, conforme surgem novos satélites em torno do planeta, os anéis que o rodeiam ficarão mais finos até desaparecerem por completo em alguns milhões de anos. O próximo passo do estudo é detectar de forma mais precisa quando irá acontecer o próximo eclipse de anéis e, assim, determinar a massa, composição e propriedades químicas do objeto.


Matéria completa: http://canaltech.com.br/noticia/ciencia/Cientistas-descobrem-exoplaneta-com-aneis-200-vezes-maiores-que-os-de-Saturno/#ixzz3QUYjDdWT
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banzé

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Nasa encontra planeta similar à Terra e é batizado como ''primo distante''


Comparação feita pela Nasa mostra o Sol e a Terra (esq.) e a estrela Kepler-452 com o planeta Kepler-452b (dir.)

Cientista da Nasa divulgaram nesta quinta-feira, 23, a descoberta de um planeta com características muito similar à Terra e que orbita uma estrela semelhante ao Sol.

O planeta Kepler-5452b foi batizado pelos cientistas de "primo distante" da Terra. Ele é 60% maior em diâmetro e tem boa chance de ser rochoso, embora ainda não seja possível afirmar.

Para os astrônomos, o planeta é potencialmente rochoso e circunda sua estrela na mesma distância que a Terra orbita o Sol. Ele demora 385 dias para dar uma volta completa ao redor de sua estrela, chamada de Kepler-452, astro do sistema que está a 1.400 anos-luz de distância da constelação de Cygnus, que está a 11 anos-luz da Terra.

Em comunicado divulgado pela Nasa, Jon Jenkins, chefe do projeto do satélite Kepler, disse que a descoberta fornece uma oportunidade de entender e refletir sobre o ambiente em evolução da Terra.

"É inspirador considerar que esse planeta já vive há 6 bilhões de anos na área habitável dessa estrela, mais do que a Terra. Isso é uma oportunidade substancial para a vida surgir, devem existir todos os ingredientes e as condições necessárias para a vida existir neste planeta", afirmou o pesquisador.

Conhecido como Kepler 452b, o planeta foi detectado pelo telescópio espacial Kepler da agência espacial norte-americana, que foi a caça para outros mundos como o nosso desde 2009.


fonte: Redação O POVO Online

Leia mais: http://vcfaz.tv/viewtopic.php?p=1596478&sid=bc877992297546d2ab8c9433b1a3c375#1596478#ixzz3goVCSGzi
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Documentário sobre universos paralelos. Pois é, parece que não é coisa de gibi da Marvel e DC. Smile

Universo Paralelo - Outra Realidade ?


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E eu achando que esta coisa de universos paralelos era coisa de gibis. Shocked

Telescópio pode ter encontrado evidências de um universo paralelo

Uma análise de dados do telescópio Plank, da Agência Espacial Europeia, encontrou um brilho no espaço profundo que pode ter se originado de um universo paralelo.

Em um estudo realizado recentemente, cosmólogos identificaram uma mancha estranha de luz brilhante, que pode ser o resultado da colisão de universos. A existência de múltiplos universos - chamada de multiverso - tem sido considerada viável nos últimos anos por especialistas na área.

Os universos teriam sido gerados partir do mesmo Big Bang e, com possíveis colisões, o resultado seria um resíduo de luz. Os pontos encontrados são 4,5 mil vezes mais brilhantes do que os cientistas previam que seriam. Em teoria, cada universo possuiria um tipo único de física, semelhante ou não ao que se conhece atualmente.

Ainda que a descoberta seja importante, os cientistas afirmam que devem trabalhar com cautela. Os dados obtidos deverão ser comprovados por outros instrumentos mais precisos.

O maior obstáculo para estudar os outros universos é o fato de que eles estariam em constante expansão, ao mesmo tempo em que se distanciam uns dos outros. Assim, a luz não conseguiria viajar rápido o suficiente para levar informações de um para o outro. Os pesquisadores teriam então que esperar colisões para comprovar a tese.




fonte: Olhar Digital


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UNIVERSO: 10 PLANETAS HABITÁVEIS | Ei Nerd


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UY Scuti A Maior Estrela Ja Encontrada no Universo (Comparação Incrivel dos Planetas e Estrelas)


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@Banzé escreveu:Nasa descobre sistema solar com 7 planetas parecidos com a Terra

São Paulo – A Nasa anunciou hoje que encontrou o primeiro sistema solar com sete planetas de tamanho similar ao da Terra pela primeira vez na história. O sistema foi encontrado a cerca de 39 anos-luz de distância–uma distância relativamente pequena em termos cósmicos.

Dos sete planetas, três estão dentro de uma zona habitável, onde é possível ter água líquida e, consequentemente, vida. Os astros mais próximos do seu sol devem ser quentes demais para ter água líquida e os mais distantes devem ter oceanos congelados.

Os planetas orbitam uma estrela anã chamada Trappist-1, que é similar ao Sol e um pouco maior do que Júpiter. Segundo a agência espacial, os astros têm massas semelhantes à da Terra e são de composição rochosa. A expectativa da Nasa é que, na pior das hipóteses, ao menos um dos planetas tenha temperatura ideal para a presença de oceanos de água em forma líquida, assim como acontece na Terra.

As observações preliminares indicam que um dos planetas pode ter oxigênio em sua atmosfera–o que possibilitaria a realização de atividades fotossintéticas por lá. Para que haja vida como concebida por nós, no entanto, é preciso a presença de outros elementos na atmosfera, como metano e ozônio.

Segundo o estudo, que foi publicado na revista Nature, há chances de os cientistas encontrarem vida nesses planetas. “Não é mais uma questão de ‘se’, mas uma questão de ‘quando'”, disse Thomas Zurbuchen, administrador da Direção de Missão Científica da Nasa, na coletiva que anunciou a descoberta.


Ilustração (NASA/JPL/Divulgação)

Telescópios na Terra e o Hubble, um telescópio espacial, poderão analisar em detalhes as moléculas das atmosferas dos planetas. Nessa exploração, o Telescópio James Webb, que será lançado ao espaço em 2018, terá papel fundamental. Ele será equipado com luz infravermelha, ideal para analisar o tipo de luz que é emitida da estrela Trappist-1.

Quando o novo telescópio da European Space Organisation começar a funcionar, em 2024, será possível saber se há realmente água nesses planetas.

Mesmo que os pesquisadores não encontrem vida nesse sistema, ela pode se desenvolver lá. O estudo indica que a Trappist-1 é relativamente nova. “Essa estrela anã queima hidrogênio tão lentamente que vai viver por mais 10 trilhões de anos–que é sem dúvida tempo suficiente para a vida evoluir”, escreveu Ignas A. G. Snellen, do Observatório de Leiden, na Holanda, em um artigo opinativo que acompanha o estudo na revista Nature.

Apesar da similaridade entre a Terra e os planetas do sistema recém-descoberto, a estrela Trappist-1 é bem diferente de nosso Sol. A estrela tem apenas 1/12 da massa do nosso Sol. A sua temperatura também é bem menor. Em vez dos 10 mil graus Celsius que nosso Sol atinge, o Trappist-1 tem “apenas” 4.150 graus em sua superfície.

De acordo com o New York Times, a estrela também emite menos luz. Um reflexo disso seria uma superfície mais sombria. A claridade durante o dia, por lá, seria cerca de um centésimo da claridade na Terra durante o dia. Uma dúvida que paira sobre os cientistas é qual seria a cor emitida por pela Trappist-1. Essa cor pode variar de um vermelho profundo a tons mais puxados para o salmão.

Como foi feita a descoberta

Tudo começou em 2016, quando Michael Gillon, astrônomo na Universidade de Liège, na Bélgica, descobriu três exoplanetas orbitando uma estrela anã. Ele e seu grupo encontraram os astros após notar que a Trappist-1 escurecia periodicamente, indicando que um planeta poderia estar passando na frente da estrela e bloqueando a luz.



Para estudar a descoberta mais a fundo, o pesquisador usou telescópios localizados na Terra, como o Star, da Universidade de Liège, o telescópio de Liverpool, na Inglaterra, e o Very Large Telescope da ESO, no Chile. Já no espaço, Gillon usou o Spitzer, o telescópio espacial da Nasa, durante 20 dias.

Com as observações no solo e no espaço, os cientistas calcularam que não havia apenas três exoplanetas, mas sete. A partir dessa análise, foi possível descobrir o tempo de translação, a distância da estrela, a massa e o diâmetro dos sete astros. De acordo com os pesquisadores, ainda é preciso observar o sistema solar por mais algum tempo para saber novos detalhes, como a existência de água líquida.


http://exame.abril.com.br/ciencia/nasa-descobre-sistema-solar-com-7-planetas-parecidos-com-a-terra/


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