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O Diário de Dick Grayson

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darkmarcos

51 Re: O Diário de Dick Grayson em 25/11/14, 04:13 pm

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O DIÁRIO DE DICK GRAYSON - Parte 46

- Detective Comics n° 74 (Abril de 1943)

* "Tweedledum And Tweedledee!", história escrita por Don Cameron, desenhada por Bob Kane, artefinalizada por Jerry Robinson

Publicada no Brasil pela Editora Ebal na revista Batman em Cores n° 41 ("Tuideldum e Tuideldi")


Batman e Robin, em ronda, passam com o Batmóvel pelos depósitos de cargas de Gotham City. Um lugar silencioso, mas que pode esconder uma verdadeira tempestade de problemas. De fato, o barulho de um tiro faz com que Batman pare para investigar. Cautelosos, a dupla dinâmica sobe em uma caixa d'água para visualizar melhor o que está acontecendo. Logo, veem homens carregando peles e um corpo ao lado deles (não se sabe se está ferido ou morto). É um assalto! Os heróis descem e enfrentam os bandidos. Dentro de uma sala, o líder da gangue, um homem rechonchudo, está sentado folgadamente em uma cadeira. Ao tentar pegá-lo, a dupla dinâmica é presa por uma armadilha de caça. O criminoso entra com seus comparsas em um caminhão e deixa os heróis pra trás. Por sorte, aquelas armadilhas, presas aos pés de Batman e Robin, são armadilhas para lobos. O mesmo tipo de armadilha, utilizado para ursos, teria amputado seus pés. Com muito esforço, mas ainda ferido, Batman consegue se livrar e também a seu parceiro.

Assim que voltam ao batmóvel, o rádio da polícia anuncia que um homem gordo e sua gangue estão assaltando a joalheria. Os heróis se espantam com a velocidade quase impossível com que o criminoso se movimentou de um ponto a outro. Porém, assim que chegam ao local, confirmam que é o homem gordo que encontraram anteriormente, só que com outras roupas. A dupla dinâmica novamente derrota os capangas (apesar de serem outros), mas o homem gordo utiliza sua bengala para disparar eletricidade contra eles. Quando acordam, o criminoso já partiu com os diamantes.

No dia seguinte, desconfiado, Bruce visita com Dick uma loja especializada em roupas para gordos. Ele procura informações sobre a existência de gêmeos gordos. O dono da loja lhes dá a dica sobre os Tuids: Dumfri Tuid e Diver Tuid. Mas eles não são irmão, mas primos. Ainda assim se parecem muito e aparentam ter muito dinheiro, apesar de que ninguém sabe com o que trabalham. É a pista que Bruce precisava.

Quando cai a noite, a dupla dinâmica sobrevoa, com o batplano, a mansão dos Tuids. Porém, ao invadir o local, acabam sendo presos por uma rede. Eles estavam sendo esperados. Pela primeira vez, os heróis podem ver os dois primos idênticos juntos. Eles usam roupas características dos personagens Tuideldum e Tuideldi, de "Alice no País dos Espelhos". Batman e Robin são soltos da rede, mas um dos primos atira uma espécie de raio que os deixa paralisados como estátuas. Em seguida, os deixam imóveis em sua sala e partem para um novo golpe. Batman luta contra a imobilidade e, a muito custo, alcança seu cinto de utilidades. Em seguida ele o atira contra a arma de raios, causando um curto-circuito e libertando-os.

Os heróis se escondem em uma caixa de presentes gigante, que é utilizada em um baile a fantasia. Os primos estão no local, como se fantasiados de personagens infantis, mas levam armas para assaltar a rica nata da sociedade. Batman e Robin enfrentam seus capangas, agora fantasiados de Coelho Branco e Chapeleiro Louco. Um dos capangas ameaça jogar uma granada. Robin o acerta e joga a granada para o alto, onde um adorno explode e desaba sobre os criminosos.

Os primos e seus comparsas são presos. Batman apenas utilizou a mesma estratégia que eles: preparar uma armadilha e esperar pela vítima. Ainda assim, com os primos presos em celas especiais, pois são muito gordos, Dick acredita que irão vê-los novamente.



A+:

* Mais dois vilões para a bizarra galeria de inimigos do Batman. Apesar de serem considerados vilões secundários, aparecendo posteriormente trabalhando para outros vilões (como o Coringa ou Chapeleiro Louco), esta primeira aparição até demonstra que eles são inimigos respeitáveis.

* Apesar do nome de Kane aparecer como artista principal dessa história, os desenhos condizem mais com o estilo de Jerry Robinson.

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darkmarcos

52 Re: O Diário de Dick Grayson em 25/11/14, 04:14 pm

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O DIÁRIO DE DICK GRAYSON - Parte 47

- Batman n° 16 (Abril de 1943)

* "The Grade A Crimes", história escrita por Ruth Lyons Kaufman, desenhada por Jack Burnley, artefinalizada por Charles Paris

Publicada no Brasil pela Editora Ebal na revista Batman em Cores n° 67 ("Os Crimes Tipo A")


Bruce e Dick saem de uma recepção na Mansão Morgon, que terminou tarde da noite e comentam sobre os recentes roubos que tem acontecido sem que os ladrões sejam identificados. De repente, ouvem um grito. Novamente, um roubo é feito. Mas, dessa vez, a dupla dinâmica está por perto. Vestindo o uniforme de Batman e Robin, a dupla dinâmica consegue capturar o ladrão, que foge coberto por um manto e um capuz. Mas o bandido tem outros comparsas e um deles consegue surpreender Dick, ameaçando-o com uma arma. Batman é obrigado a soltar o ladrão que capturou. Quando voltam a perseguir a quadrilha... eles parecem ter desaparecido no meio da rua, onde só uma solitária carroça levando leite pela madrugada está passando. O leiteiro diz não ter visto ninguém.

A dupla dinâmica retorna para a Mansão Morgon e encontra o corpo do segurança, baleado nas costas. No local do crime, apenas um botão branco arrancado de um paletó branco, o que é estranho, pois os integrantes da quadrilha usavam mantos pretos.

Na manhã seguinte, Bruce tenta juntar as coincidências para descobrir alguma pista sobre os crimes: tudo acontece no mesmo horário, o segurança sempre é pego de surpresa e alvejado pelas costas e tudo acontece após uma festa. Junto a isso, está a pista do botão branco. Quando Dick bebe um copo de leite... Bruce parece ter descoberto algo! O leiteiro! Provavelmente eles fogem escondido na carroça do leiteiro. Bruce prepara uma fórmula e verifica outra festa onde um diamante está sendo exposto. Eles irão a essa festa... e finalmente irão capturar os ladrões.

Batman e Robin pousam o batplano silenciosamente no teto da Mansão Winthdrop. Batman desconfia que alguém ligado à indústria do leite esteja envolvido nos roubos e a festa da mansão terá muita gente ligada a essa indústria. Assim que a festa acaba, Dick desce para pegar a fórmula que Bruce preparou. Enquanto Batman entra na mansão às escuras, Robin localiza a carroça do leiteiro e aplica a fórmula no casco do cavalo que o puxa. Quando retorna a Mansão, Robin vê Batman lutando com os ladrões encapuzados e ajuda bem na hora. Ainda assim, Batman o impede e deixa os ladrões fugirem. Robin compreende que perdeu a cabeça. Afinal, agora podem segui-los até seu esconderijo.

A fórmula, na verdade uma espécie de tinta infravermelha, permite que a dupla consiga seguir os ladrões, através do rastro dos cascos dos cavalos, até uma fazenda. Os bandidos escondem as joias em latões de leite quando a dupla dinâmica os ataca, percebem que são liderados por um homem mascarado. No entanto, ele liga o sistema de lavagem do estábulo onde se encontram e, com seus uniformes encharcados, os heróis acabam ficando mais lentos e são dominados.

Enquanto são amarrados e levados para o setor de pasteurização, Batman revela que a identidade do líder da gangue é... Winthrop, que é tesoureiro da Leite Puro S.A. Ele esteve presente a todas as festas nas mansões que foram roubadas. Teve tempo suficiente para conseguir a cópia das chaves e planejar uma forma de drogar os seguranças, executando-os depois. Além disso, a exposição de diamantes em sua mansão demonstrava que ele era um colecionador de joias.

Robin aproveita a oportunidade de estar perto de uma mangueira de vapor para esterilizar garrafas de leite e a aponta para os bandidos. Com medo de serem queimados, eles fogem, dando tempo de Batman se livrar das cordas e persegui-los.

Ao entregar Winthrop e sua gangue para o Comissário Gordon, junto com as joias roubadas, Batman descobre que o tesoureiro desviou dinheiro o bastante para comprar uma pequena fábrica de laticínios. Ainda assim, sua ambição por colecionar joias o fez criar o golpe e utilizar os leiteiros na madrugada.



A+:

* Leite: uma das bebidas preferidas de Dick. Hábito que dá força... e pistas para o Batman.

*Dark+: Leiteiros deviam ser abençoados e não ter nenhum pecado. Só isso explica porque são sempre as únicas pessoas suspeitas, conduzindo uma carroça em um local próximo a um roubo, no qual os ladrões sumiam, e ninguém, nem a polícia, NEM O BATMAN, em momento algum pensava em revistar a carroça.

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darkmarcos

53 Re: O Diário de Dick Grayson em 25/11/14, 07:27 pm

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O DIÁRIO DE DICK GRAYSON - Parte 48

- Batman n° 18 (Agosto de 1943)

* "The Secret Of Hunter's Inn", história escrita por Joe Samachson, desenhada por Jerry Robinson

Publicada no Brasil pela Editora Ebal na revista Batman n° 64 ("O Segredo do Hotel dos Caçadores")


Bruce e Dick visitam uma pousada onde há indícios de vários roubos recentes. Não demora muito e, logo depois que se hospedam no local, ouvem um grito de socorro. Ao atacar os bandidos, descobre dois conhecidos seus por trás dos golpes: Tweedledee e Tweedledum. Os heróis são desacordados por uma espécie de gás, mas são resgatados pelo fiel mordomo Alfred.

Assim que se recuperam e retornam para a pousada, descobrem que há novos "convidados" no local. O gerente, por exemplo, é um ex-presidiário reconhecido por Batman. Outros funcionários também são criminosos conhecidos. O local parece... diferente. Cercados por criminosos, a dupla dinâmica descobre que há controles que movimentam a entrada na estrada, fazendo com que os inocentes hóspedes acabem indo parar em uma estrada gêmea que os leva até o falso hotel, administrado por criminosos que são liderados pelos primos vilões. Batman utiliza esses controles para atrair a polícia e os levar até o hotel, prendendo, assim, todos os bandidos ali presentes.



A+:

* O Alfred dessa edição, apesar de ser mais caricato visualmente (o "gordinho" que aparenta fazer a parte cômica das histórias) é bem mais proativo do que parece.

* A capa dessa edição claramente demonstra o espírito de guerra no qual os americanos se encontravam na época. A dupla dinâmica não pensa duas vezes em dinamitar os líderes do Japão, Alemanha e Itália, os grandes rivais e vilões da época.

SEM FILA

BATMAN - CAPÍTULO 1 - O CÉREBRO ELÉTRICO


* Produzido pela Columbia Pictures, em 1943, o seriado Batman teve 15 episódios que não só foi a primeira encarnação do personagem com atores, como também serviu para desenvolver alguns elementos sua mitologia. Foi nesse seriado, por exemplo, que primeiro se explorou a conhecida Batcaverna. Lembrando que nos quadrinhos, o herói usava apenas um túnel em sua propriedade e suas histórias apenas citavam que havia mais andares por baixo da Mansão Wayne. Mas só no seriado esse elemento foi explicitamente explorado (e mostrado), inclusive sendo o tema do segundo episódio. Outro elemento curioso de se notar é que Alfred, diferente dos quadrinhos da época, era mais esguio, tendo o visual mais aproximado do que seria o personagem no futuro.

Douglas Croft, o ator que interpretou Robin, tinha apenas dezesseis anos nessa época, tornando-se não apenas o primeiro ator a interpretar o personagem como também o mais jovem a fazê-lo. De fato, um papel que o mostrava como um MENINO-prodígio.

A série mostra a dupla dinâmica às voltas com uma nova ameaça, representada pela figura do vilão Doutor Daka. Notadamente, trata-se de um antagonismo calcado na Segunda Guerra, onde japoneses também eram vilões da vez. Tanto que o vilão é interpretado por um americano (já que japoneses mesmo eram os inimigos) e mostra um estereótipo caricato de sua etnia.



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54 Re: O Diário de Dick Grayson em 26/11/14, 09:05 am

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O DIÁRIO DE DICK GRAYSON - Parte 49

- Batman n° 20 (Dezembro de 1943)

* "Bruce Wayne Loses the Guardianship of Dick Grayson!", história escrita por Bill Finger, desenhada por Bob Kane, artefinalizada por Jerry Robinson

Publicada no Brasil pela Editora Ebal na revista Batman (Em Formatinho) n° 18 ("Bruce Wayne Perde a Tutela de Dick Grayson")


Dick Grayson recebe uma visita inesperada na Mansão Wayne: seu tio George Grayson e sua esposa, tia Clara. Irmão de seu pai, esse tio estava viajando pela Europa quando os pais de Dick morreram... e agora voltou para conseguir a tutela do rapaz de volta. Dick não quer deixar a Mansão e muito menos Bruce quer abrir mão de sua tutela. George decide, então, resolver isso nos tribunais.

De fato, o caso vai parar nos tribunais. Alfred testemunha e diz que Bruce nunca deixou faltar nada ao rapaz. Bruce, por sua vez, confessa que tem Dick como um filho e que ele será seu herdeiro. E o próprio Dick não quer deixá-los. Mas os advogados de George Grayson provam que Bruce é um farrista que vive em clubes noturnos. Bruce não pode negar, pois faz isso para manter sua identidade como Batman. Com essa prova, Bruce perde a guarda de Dick Grayson.

Na manhã seguinte, após preparar suas malas, Dick visita pela última vez os cômodos da Mansão. Passando pelo salão de troféus, ele e Bruce relembram as aventuras que passaram como Batman e Robin. Após despedir-se de Alfred... Dick se vai.

Na noite seguinte, Dick sai às escondidas, pois sabe que Batman irá atacar a quadrilha de Fatso Foley. Ao encontrá-los, lutando na biblioteca, onde a quadrilha foi roubar um original de Shakespeare, o menino prodígio se mostra vital na ajuda ao herói, que lutava com pouca convicção até então. Após derrotarem a quadrilha, Robin retorna para a casa do tio George para não levantar suspeitas.

Dias depois, sorrateiramente, Alfred procura por Dick. Ele avisa que Batman foi capturado por Fatso Foley, vendido por uma informação de seu próprio tio George, que pretendia negociar a tutela do rapaz. Alfred auxilia Robin a capturar um dos capangas de Fatso e o obrigam a confessar para onde levaram Batman.

Finalmente, Alfred e Robin encontram o esconderijo de Fatso. A inusitada dupla enfrenta a gangue do criminoso e Alfred surpreende utilizando um guarda-chuva que solta uma espécie de gás. Após a luta, Alfred tenta abrir a câmara de ar comprimido onde Batman está preso. Robin o alerta para não fazer isso, pois a pressão interna tem que ser regulada normalmente. Se abrisse repentinamente, a mudança de pressão faria os pulmões do herói explodirem. Alfred explica que o guarda-chuva "diferente" foi emprestado da sala de troféus. É uma peça do Pinguim, que ficaria furioso se soubesse que uma de suas invenções ajudou a salvar a vida de Batman.

A polícia leva Fatso até a casa de George Grayson e o golpe é revelado. No tribunal, o juiz anuncia que George não irá para a cadeia, pois Dick não registrou nenhuma denúncia e não gostaria de ver o tio preso, apesar do que fez. Além disso, o próprio Batman disse ao juiz que Bruce, apesar de ser um playboy, tinha um bom coração. Bruce ganha, novamente, a tutela de Dick.



A+:

* Primeira história a abordar um detalhinho que era mais tratado como licença poética entre a dupla dinâmica: a situação legal de Dick Grayson em relação a Bruce Wayne.

* Nada como a volta da equipe criativa clássica para mostrar uma excelente história!

* Dark+: Momento pitoresco da dupla dinâmica, impensável hoje em dia: Dick e Bruce brincando de guerra dos travesseiros. Seria esse um treinamento para combater o crime?

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BATMAN - CAPÍTULO 2 - A BATCAVERNA


* Robin pisando na bola com sua obrigação de vigiar a mocinha. Utilizando um de seus famosos disfarces. Enfrentando bandidos cafajestes que gostam de bater em mulher. Valendo-se de suas habilidades circenses. E... será que ele aguenta no final?



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darkmarcos

55 Re: O Diário de Dick Grayson em 26/11/14, 12:41 pm

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O DIÁRIO DE DICK GRAYSON - Parte 50

- Batman n° 23 (Junho de 1944)

* "Pelt Plunderers!", história escrita por Bill Finger, desenhada por Dick Sprang

Publicada no Brasil pelo Diário da Noite na revista O Guri n° 106 ("Ladrões de Pele")


Batman e Robin seguem para o norte e auxiliam a Polícia Montada do Canadá contra uma gangue de ladrões que saqueiam peles de castor, aterrorizando os moradores.

Em dado momento da perseguição, Robin acaba caindo em um rio gelado e é ameaço por uma furiosa... morsa!

Após desbaratar a gangue, a dupla dinâmica ganha, também, a confiança da Polícia Montada, aumentando assim sua área de atuação em relação a seu vigilantismo.



A+:

* Aventura bem movimentada e fora do ambiente normal dos heróis, mas que mostra a fama do herói se espalhando muito além de Gotham City e muito além dos Estados Unidos.

* Dark+: Tá. Robin insiste em usar o calção verde... mas... lutar dessa forma na neve... Sente frio não, menino prodígio?

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BATMAN - CAPÍTULO 3 - A MARCA DOS ZUMBIS


* Dane-se a carteira de motorista! Dane-se a idade! É Robin quem dirige o batmóvel.



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darkmarcos

56 Re: O Diário de Dick Grayson em 27/11/14, 11:36 pm

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O DIÁRIO DE DICK GRAYSON - Parte 51

- Batman n° 26 (Dezembro de 1944)

* "The Year 3000", história escrita por Joseph Greene, desenhada por Dick Sprang

Publicada no Brasil pela Editora Ebal na revista Batman em Formatinho n° 10 ("Os Comandos do Ano 3000")


No ano de 3000, a Terra chegou ao apogeu do progresso e da glória. O tráfego e o comércio interplanetários tornaram-se coisas comuns, como Júlio Verne e H.G. Wells previram. Era um mundo de paz, onde a ciência e o saber predominavam. As crianças brincavam à luz quente do Sol. Não havia mais guerras.

Em 19 de Abril do ano 3000, veio o fato fulminante: Saturno atacou a Terra. Surpreendidas sem preparo, após mais de um século de paz, as cidades da Terra foram esmagadas pelas hordas de invasores do espaço. De sua fortaleza em Saturno, Fúria, o senhor da guerra, governava a Terra. E o mundo voltou a ter campos de concentração. Cientistas e escritores eram considerados prisioneiros políticos sob a mão bárbara e escravagista dos saturnianos.

Brane e o jovem Ricky observam com horror o sistema ditatorial. Em uma de suas andanças, chegam até a cratera onde, tempos atrás, caiu uma bomba zeta. Curiosos, os dois investigam e descobrem algo que parece ser um torpedo do século XX. Na verdade, a plaqueta nele revela que é uma espécie de cápsula do tempo da Feira Mundial de Nova York de 1939. De fato, é um grande achado! Os dois levam a cápsula para casa, abrem o cilindro e encontram amostras seculares: um relógio antigo, abridor de latas, navalha, moedas, notas... e um microfilme, com instruções para montarem um projetor de cinema para assisti-lo.

Mais tarde, os dois reconstituem uma história esquecida no tempo. Descobrem, por exemplo, que os colonos americanos foram libertados e George Washington foi eleito presidente, voltando seus olhos para o futuro, onde haveria liberdade para o homem. Ironicamente, tanto tempo depois, eles seriam escravizados novamente. Mas Brane ainda acredita que eles conquistariam sua liberdade.

Brane tenta passar as lições de liberdade que o microfilme lhe ensinou... mas a população teme por não ter armas. E mesmo se as tivessem, não seriam tão sofisticadas quanto à dos saturnianos. Apenas a noiva de Brane admira sua bravura... mas sabe que é impossível derrotar os saturnianos.

Ao voltarem para casa, Brane e Ricky assistem o restante do filme e descobrem as ações de heróis do passado, conhecidos como Batman e Robin, que lutaram contra o crime e até mesmo serviram de inspiração para o povo. Era justamente disso que Brane precisava!

Dias depois, após o decreto de Fúria no qual qualquer terráqueo que estivesse nas ruas após as nove da noite deveria ser morto, uma dupla de heróis ressurge em pleno ano 3000. Eles se identificam como sendo Batman e Robin! Com o tempo, eles atacam mercados em que os alienígenas escondiam alimento da população, libertam prisioneiros de campos de concentração e pega as armas para entregá-las ao povo.

As investidas de Brane parecem surtir efeito e o povo começa a enfrentar os saturnianos, notando que eles são um problema que pode ser enfrentado. Os novos "Batman e Robin" tem acesso a armas do passado, encontradas em um Museu de História, e Brane estuda com atenção um antigo livro de estratégias de guerra. Com isso, e vestido de Batman para ganhar a confiança de todos, começa a treinar o povo para lutar e expulsar os saturnianos da Terra. Ironicamente, a noiva de Brane se espanta com o fato dele não participar do treinamento (afinal, ele é Batman e não quer revelar sua identidade). Por isso, ela lhe devolve o anel de noivado, imaginando que Brane está se acovardando.

Após a primeira investida contra os invasores da Terra, Batman revela ser Brane. Confiantes em seu novo líder, o povo da Terra ataca Saturno, onde descobrem que os soldados alienígenas na verdade são... autômatos! Fúria, o suposto líder de Saturno, havia dominado o planeta e expulsou os verdadeiros saturnianos, que não desejam guerra, para o subsolo. Derrotado, Fúria tenta fugir do planeta, mas o novo Batman o persegue até o espaço. Durante a batalha, o vilão acidentalmente perfura sua roupa espacial e congela até a morte.

Os verdadeiros saturnianos ficam gratos aos terráqueos por os auxiliarem a derrotar seu ditador. Brane volta para a Terra e mantém a identidade de Batman (assim como Ricky mantém a identidade de Robin) para zelar pela paz e a liberdade. Afinal, eles venceram a luta graças a uma passagem da história americana, uma sobre a tática de guerra... e a algumas dicas dos heróis do passado: Batman e Robin.



A+:

* Curiosa história de uma suposta realidade alternativa, no estilo que seria comum na Era de Prata. De qualquer forma é uma das primeiras histórias de Batman e Robin... sem Batman e sem Robin.

* No ano de 3000, as pessoas combinam seu nome e sobrenome, gerando um único nome (sem sobrenome). No caso de Brane, nessas coincidências que só acontecem nos quadrinhos, ele é um descendente de Bruce Wayne. Logo, seu nome é a junção de "Br", "a" e "ne". Não é explicado sobre o nome de Ricky (e aí seria coincidência demais... como se já não houvesse coincidências demais nessa história). Mas pode-se montar, livremente, seu nome como Robin, Grayson e Dick. Logo é a junção de "R", "ick" e o "y".

* Dark+: Os saturnianos tem um aspecto que os faz parecer com bonecos articulados. Não são exatamente medonhos ou ameaçadores (acho que ameaçadoramente medonhos seria o termo correto... algo que eles também não são). Sequer seu líder, Fúria, é muito diferente disso. O máximo que o aproxima de um vilão é seu tique para rir sozinho de piadas que só ele entende a graça... mesmo porque ele a diz pra si mesmo. Nem precisa pirar mais que isso.

ÂmagoNews:



* Certamente, Thanos é o nome mais questionado pelos novos e antigos fãs da Marvel nos últimos tempos. Potencial grande vilão da futura fase 3 dos cinemas, e atual carrasco dos heróis nos quadrinhos na nova saga Infinito, Thanos, o Titã Louco já era considerado por muitos o maior arquiinimigo de todo o cosmo Marvel e é chegada a hora de conhecermos mais de seu obscuro passado.

É uma nova aventura espacial a qual acompanhei os intrépidos Coveiro, Paulo Artur e Rafael Felga, que singram não só a barreira do espaço como a do tempo para revisitar as mais antigas e marcantes sagas do Titã Louco. Da sua infância cheia de intolerância aos seus tempos como aspirador de grande regente do Cosmo, nesse episódio do podcast Inominata 616, você saberão tudo sobre Thanos. Um programa ideal pra te preparar para muita coisa que vem por aí no universo dos cinemas e dos quadrinhos.

Entenda porque apesar de seu nome significar Morte, Thanos é o maior exemplo de amor eterno do Universo Marvel. Descubra quem deve ser o membro do Dragon Ball Z que o titã deve odiar mais. Saiba porque Joe Quesada é o único que pode desfazer o que Thanos faz. Por fim, compreenda a relação de longa data que faz Warlock ser o BFF do titã louco.

Ouça:

Seu nome é Thanos e isso significa Morte : [Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.]

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BATMAN - CAPÍTULO 4 - ESCRAVOS DO SOL NASCENTE


* Robin... carreira solo?



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darkmarcos

57 Re: O Diário de Dick Grayson em 28/11/14, 11:56 pm

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O DIÁRIO DE DICK GRAYSON - Parte 52

- Batman n° 26 (Dezembro de 1944)

* "Recipe for Revenge", história escrita por Jack Schiff, desenhada por Jerry Robinson

Publicada no Brasil pela Editora Ebal na revista Almanaque de Superman e Batman 1978 ("Receita da Vingança")


Uma aventura do Alfred! Sim, o famoso mordomo de Bruce Wayne também tinha lá suas desventuras.

Alfred invocou com a má alimentação de Bruce e Dick. De fato, devido ao combate ao crime, a dupla dinâmica não tem lá se alimentado bem mesmo. É por isso que o mordomo decide quebrar essa "dieta" com um jantar que irá entrar para a história da gastronomia. Porém, ao sair para comprar os ingredientes, Alfred não percebe que esqueceu a carteira. Quando Bruce e Dick percebem... já é tarde demais. Alfred já havia saído e eles não sabem onde ele pode ter ido primeiro. Pelo jeito, vão ter que se contentar com enlatados...

Eis que Alfred volta com todos os ingredientes e mais! Traz um amigo que é ninguém menos do que Pierre, o chef de cozinha do Hotel Gotham. Acontece que Alfred, em uma situação típica de uma comédia de erros, confundiu Pierre com um batedor de carteiras, sem saber que, na verdade, havia esquecido sua carteira na Mansão. A confusão gerada pela "investigação" de Alfred até seu suposto batedor de carteiras o levou até um beco, onde encontrou um homem que decidiu matar Pierre. Esse homem era irmão de um gângster que Pierre havia denunciado e lhe jurou vingança. Alfred, sem saber da verdade, acabou por tomar a arma do criminoso e o entregando para a polícia. Agradecido, e esclarecendo o mal entendido, Pierre decidiu não só pagar pelas compras como também ajudar no prometido jantar. Sorte da dupla dinâmica que já estava temendo se alimentar apenas das promessas de Alfred.

A+:

* As Aventuras de Alfred eram histórias que finalizavam a revista de Batman e traziam situações cômicas enfrentadas pelo mordomo. Era reflexo da série do cinema, que também influenciou no visual mais esguio de Alfred.

* Dark+: Dick Grayson larica total!

BATMAN - CAPÍTULO 5 - O CADÁVER VIVO

* Contra zumbis do espaço.



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darkmarcos

58 Re: O Diário de Dick Grayson em 29/11/14, 10:43 pm

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O DIÁRIO DE DICK GRAYSON - Parte 53

- Batman n° 27 (Fevereiro de 1944)

* "A Christmas Peril", história escrita por Don Cameron, desenhada por Jerry Robinson

Publicada no Brasil pela Diário da Noite na revista O Guri n° 158 ("Perigos de Natal")


Gotham City está sendo assolada por... um aumento abusivo no preço das árvores de Natal. Bruce Wayne e Dick Grayson descobrem que esse aumento tem ligação com a intimidação de uma gangue. No entanto, o líder da gangue está sendo orientado por um jovem milionário, responsável por esse aumento de preços. O milionário, que demonstra ter um coração endurecido e sem nenhum sinal de espírito natalino, sequer se importa com seu tio vestido de Papai Noel. Batman e Robin decidem mostrar algumas mazelas da cidade para o milionário, para que ele julgue melhor o espírito dessa época.

Enquanto visitam famílias que fazem o possível para ter um bom Natal (ainda que não seja farto), os gângsteres que ajudavam o jovem milionário decidem assaltar sua mansão. A dupla dinâmica retorna a tempo para enfrentar os criminosos, livrar o tio vestido de Papai Noel e mostrar ao jovem que ele estava confiando nas pessoas erradas.



A+:

* Versão Gotham City do livro Um Conto de Natal, de Charles Dickens. Batman e Robin levam o milionário por um tour no melhor estilo fantasmas do passado, presente e futuro.

* Dark+: Sinais da crise: Na história de Natal do ano anterior, a dupla dinâmica fazia compras alegremente e até se dera ao luxo de transformar o batplano em uma espécie de trenó onde poderiam entregar diversos presentes. Agora, reclamam do preço das árvores de Natal. É... até um milionário como Bruce Wayne tem que se preocupar quando o poço começa a secar...

ÂmagoNews:


50 anos do Demolidor! Um dos heróis urbanos mais queridos pelos leitores de quadrinhos. Um personagem tão completo é difícil de resumir em apenas um podcast. Portanto, o Inominata 616 resolveu partir para números cabalísticos: para falar de 50 anos, nada mais justo do que focar exclusivamente nas 50 primeiras edições que foram justamente as edições que foram roteirizadas por Stan Lee.

É uma volta ao tempo na Nova York dos anos 60, onde o dia a dia de um escritório de advocacia não era nada tranquilo como bem pude perceber junto ao Coveiro, Paulo Artur e Rafael Felga, que retrataram toda a base da "era de prata" do Homem Sem Medo. Com uma galeria de vilões pra lá de complexa, participe com a gente das intrépidas aventuras do jovem advogado cego que se destacou de forma tão distinta dos demais personagens da Marvel em uma época povoada por superpoderosos que enfrentavam vilões megalomaníacos e ameaças alienígenas.

Esse é o programa pra você que deseja aprender várias técnicas de como levar seu terno de trabalho de modo criativo sem amassar. É também o podcast onde você entenderá como é fácil pros advogados enganar os amigos apenas tendo boa lábia. É o Inominata essencial para saber como deixar o Doutor Destino enlouquecido sem partir pra violência. Enfim, é onde descobrirá que um dos grandes vilões do Demolidor já foi um toureiro e isso, por si só, é imperdível!

Ouça e se divirta:

As Primeiras 50 Edições do Demolidor, Segundo Stan Lee : [Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.]

SEM FILA

BATMAN - CAPÍTULO 6 - VENENO PERIGOSO


* Dick Grayson usando a cabeça... literalmente:



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darkmarcos

59 Re: O Diário de Dick Grayson em 01/12/14, 10:37 pm

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O DIÁRIO DE DICK GRAYSON - Parte 54

- Batman n° 29 (Junho de 1945)

* "Heroes By Proxy", história escrita por Don Cameron, desenhada por Jerry Robinson

Publicada no Brasil pela Editora Ebal na revista Batman Em Cores n° 64 ("Heróis Por Procuração")


Dick, Bruce e Alfred retornam de um dia de pescaria apenas para descobrirem que a Mansão Wayne foi assaltada. Apesar do anseio de Dick em perseguir os assaltantes, Bruce vê por obrigação chamar a polícia. Nenhum dos três parece muito preocupado. Na verdade, a situação chega a ser cômica. Afinal, de certa forma, foi à casa de Batman e Robin que roubaram.

E, como se isso não fosse suficientemente surpreendente, logo em seguida entram pela janela... Batman e Robin! Aliás, de uma forma bem desajeitada, já que entram tropeçando e rasgando cortinas. Dick sente vontade é de rir. Bruce pergunta ao "Batman" ao que se deve a honrosa visita. O "herói" responde que sabe que a Mansão Wayne foi assaltada e está ali para pegar os ladrões... em troca de uma recompensa. Dick diz que os heróis não costumam aceitar recompensas, mas o "Robin" insiste que eles sabem o que estão fazendo. Apesar do pequeno atrito que se forma entre Dick e o Robin meio careca... Bruce aceita a oferta. Assim que os heróis saem, todos caem na gargalhada. Mas Alfred os alerta sobre as intenções dessa falsa dupla dinâmica. E se eles decidirem realmente se envolver em outros casos... e cobrar por isso? Como ficará a reputação dos verdadeiros heróis? Por isso, os verdadeiros Batman e Robin irão segui-los.

A verdadeira dupla dinâmica segue os seus misteriosos imitadores, sem saber ao certo de quem se tratam. Logo, os falsários se metem com bandidos armados que os põem pra correr. Batman e Robin, os verdadeiros, decidem intervir. Os bandidos acreditam que eles retornaram e subestimam a capacidade dos heróis lutarem. Ainda assim, um deles dispara contra Batman e o deixa atordoado o suficiente para fugir.

Durante a luta, Batman ouviu o bandido Pé-de-Gato se referir a um bilhar onde estariam escondidos e segue para o local. Lá chegando, são hostilizados por outros bandidos. Após derrotarem os criminosos, a dupla dinâmica segue para a porta dos fundos. Só que seus imitadores, ainda na caça aos bandidos, chegam primeiro e são recepcionados com uma espécie de inseticida, desmaiando em seguida. Quando os bandidos retiram a máscara do falso Batman... não acreditam quem está por trás dela. Antes que se recuperem da surpresa, são atacados pelos verdadeiros Batman e Robin. Não entendendo mais nada, acabam levando uma surra.

Os verdadeiros Batman e Robin acabam retirando as máscaras de seus imitadores e descobrem que são Magriço e Baixote, uma dupla de detetives falidos de Gotham City que decidiu sair da crise agindo como os heróis... e cobrando por isso. Batman lhes dá um sermão. Afinal, se falhassem teriam sabotado sua campanha anticrime. E, se tivessem sucesso, não sairiam ganhando coisa alguma. Ainda assim, descobriram os bandidos e Batman lhes dá a chance de trocarem de roupas... e os entregarem para a polícia. Magriço e Baixote, com isso, podem até conseguir fama. Mas a dupla dinâmica só não quer que eles prejudiquem a deles.



A+:

* Eis um bom exemplo quando se diz que as histórias do passado eram pura diversão. História simples, eficiente e com uma situação cômica muito bem aproveitada.

SEM FILA

BATMAN - CAPÍTULO 7 - O MÉDICO FAJUTO


* Batman de pano e Robin:



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darkmarcos

60 Re: O Diário de Dick Grayson em 01/12/14, 11:21 pm

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O DIÁRIO DE DICK GRAYSON - Parte 55

- Batman n° 30 ( Agosto de 1945 )

* "While The City Sleeps", história escrita por Bill Finger, desenhada por Dick Sprang, artefinalizada por Charles Paris

Publicada no Brasil pela Editora Ebal na revista Batman Bi n° 47 ("Enquanto a Cidade Dorme")


Batman convoca Robin para mais uma ronda. Mas, desta vez, farão algo diferente do que simplesmente caçar bandidos. Irão conhecer mais sobre a vida noturna. É assim que Robin conhece o trabalho de médicos, enfermeiras, bombeiros, telefonistas, mercadores de alimentos... todos trabalham enquanto a cidade dorme.

No meio da ronda, a dupla dinâmica se depara com um homem invadindo um prédio. Um ladrão! Apesar da ronda desta noite ser diferente, eles não podem ficar indiferentes quanto ao crime. Ao surpreender o gatuno, no entanto, se surpreendem com o que está fazendo. Ele não está roubando, mas colocando algo no cofre que abriu. O homem, surpreendido pelos heróis, explica que realmente roubou anteriormente, mas se apaixonou por uma mulher e prometeu se regenerar. Por isso, decidiu devolver o fruto de seu roubo. Mas, logo em seguida, seus ex-comparsas de gangue chegam ao local. A gangue de Bodin não concordou com o ato de Joe em devolver o dinheiro. A dupla dinâmica luta contra os criminosos recém-chegados, mas Joe acaba levando um tiro. A prioridade agora é socorrê-lo.

Batman e Robin levam Joe para um hospital. Batman, para proteger a integridade de Joe, diz que ele foi baleado quando tentava ajudar a dupla dinâmica contra bandidos. Joe pede que sua noiva, uma dançarina do Teatro de Gotham, seja avisada e que eles devolvam outras partes de seu roubo.

No caminho, os heróis acabam encontrando Ana, a noiva de Joe, que pede para falar com eles em um lugar mais seguro, como dentro do teatro, onde só há a mulher responsável pela limpeza (outra parte da vida noturna da cidade, já que os teatros são limpos a noite). Batman lembra que Joe disse que a moça era dançarina e olha para os pés dela. Geralmente, dançarinas andam com os calcanhares para dentro, por causa de suas pernas fortes e porque o balé as força a andar assim. Mas os pés dessa mulher... não condizem com essa regra. Os heróis caíram em uma cilada! Bodin e sua gangue os cerca e estão atrás da valise com dinheiro. No meio da luta, Robin tropeça e Batman se distrai, fazendo com que os heróis sejam dominados e desacordados.

Assim que a dupla dinâmica acorda, estão debaixo de um enorme elevador, prestes a serem esmagados. Batman encontra uma chave de fenda isolada, jogada próximo de onde estão, e causa um curto circuito no elevador. Os heróis estão vivos, mas os criminosos levaram a valise com o dinheiro. Eles encontram a verdadeira zeladora presa em um armário. A mulher ouviu um dos criminosos dizer que Batman estava liquidado e que Joe iria pelo mesmo caminho. Depois outro falou que era perigoso pegá-lo no hospital... ao mesmo tempo em que Ana disse que Joe sempre ouvia um programa de rádio chamado A Hora da Coruja, onde poderiam colocar uma mensagem para ele. Batman agradece a zeladora lhe dando dinheiro.

Os heróis pegam um táxi (pois taxistas também continuam seu trabalho noturno) e seguem para a rádio onde o programa preferido de Joe é transmitido. Batman aproveita para dedicar uma música para os trabalhadores da noite e pede o endereço de quem mandou mensagens pelo programa.

A dupla dinâmica surpreende os bandidos saltando alguns andares acima de onde estão, levando uma mangueira de incêndio para desequilibrá-los com a água. Joe recupera a valise para devolver o dinheiro a seus donos. Batman e Robin retornam, mas, antes, conseguem garrafas de leite com outro trabalhador do fim da noite: o leiteiro.

Dick viu uma parte do grande batalhão de trabalhadores noturnos que trabalham enquanto a cidade dorme. Eles zelam pelos demais, assim como Batman e Robin fazem pela tranquilidade da cidade sendo os olhos da noite.



A+:

* Esta história fez parte de uma coletânea da DC Comics, publicada em 1989, na qual foram selecionadas as melhores histórias da Era de Ouro. O charme dessa história, ironicamente, talvez não tenha sido tão intencional quanto pareça. Há certo clima noir durante toda a ronda da dupla dinâmica, não só pela natureza noturna da história, mas até mesmo na arte. É notada certa economia em tudo que é colorido, gerando sequência onde a dupla dinâmica age na mais completa escuridão. Mais do que uma decisão de estilo, isso também tem raízes na economia para publicação da história, uma vez que os Estados Unidos estavam no auge da Segunda Guerra e eram tempos difíceis, onde cortes no orçamento, de todas as áreas, se faziam necessários.

* Aparentemente, o plot sobre a noiva de Joe parece ter se perdido no meio do caminho, pois levaria a uma encruzilhada moral para o ex-criminoso, que não foi levado em consideração ao fim do roteiro.

* Dark+: Mecânicos não faziam parte dos trabalhadores noturnos, pelo jeito. Afinal... pegar táxi? Onde a dupla dinâmica deixou o Batmóvel?

SEM FILA

BATMAN - CAPÍTULO 8 - ATRAÍDO PELO RÁDIO


* Robin mostrando que, sem ele, Batman já teria virado mingau faz tempo:



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darkmarcos

61 Re: O Diário de Dick Grayson em 10/12/14, 11:24 pm

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O DIÁRIO DE DICK GRAYSON - Parte 56

- Batman n° 30 ( Agosto de 1945 )

* "Ally Babble And the Fourteen Peeves", história escrita por Bill Finger, desenhada por Dick Sprang

Publicada no Brasil pela Editora Ebal na revista Batman (Em Cores) n° 59 ("Alí Blá-Blá-Blá e as Quatorze Lições")


Durante sua ronda, Batman e Robin veem um homem que mais parece ser um fugitivo do manicômio, já que está retirando um motorista de seu carro e o jogando em uma poça d'água. Os heróis decidem pegá-lo, antes que se torne violento. Porém, Robin não pode ajudar muito, já que é agarrado pelo motorista agredido, que ainda não enxerga direito e o atrapalha. Já Batman, perde o agressor assim que um carro passa próximo e ele se agarra a sua porta.

Seguindo a dica de uma chamada da polícia, Batman e Robin reencontram o lunático fujão, que está entrando em um depósito de ferro-velho. Mas ele parece ter muita sorte. Assim que é atingido por Batman, bate em um colchão de molas que o joga contra os heróis, derrubando-os e permitindo que fuja novamente. Ao voltar para o Batmóvel, uma nova chamada da polícia detalha que um dos apartamentos atacados pelo lunático foi assaltado logo em seguida. Desconfia-se que ele é apenas chamariz para disfarçar o roubo que ocorre em seguida.

A dupla dinâmica consegue a dica de que o senhor Jasper Quinch, um idoso preso em uma cadeira de rodas, tem pistas sobre o lunático, que está sendo chamado de Ali Blá-Blá-Blá devido ao costume de falar sem parar. Jasper confirma que ele contratou Ali para dar lição em quatorze pessoas inoportunas, desde o vizinho que sapateava no apartamento de cima até a mulher que entrava no cinema com um chapéu de plumas, tampando a visão de quem estava atrás. Mas Jasper percebeu que a tarefa que lhe deu tomou outras proporções. Ele se dispõe a pagar os prejuízos e pede a Batman que o detenha.

Com a lista de tarefas dada por Jasper, Batman e Robin seguem para um clube onde os integrantes se especializaram em pregar peças nas pessoas. Para sua surpresa, e até mesmo a surpresa de Ali, dois criminosos fingiram ter sido enviados por Jasper para ajudar nas tarefas. O que eles queriam, na verdade, era assaltar os locais que Ali "atacava". No clube, por exemplo, estavam prestes a roubar o troféu de ouro. Ali, percebendo que estava sendo seguido por criminosos, até tenta ajudar pegando uma espingarda na parede. Mas, em se tratando de uma arma de um clube de pessoas que pregam peças, nota tardiamente que ela era falsa e que lhe joga uma cobra de mentira na cara. Porém, isso é distração suficiente para que Batman domine os criminosos.

Depois, Ali Blá-Blá-Blá conta para o senhor Jasper como salvou a dupla dinâmica. Jasper, farto daquela conversa, diz que descobriu a décima quinta pessoa inoportuna que deveria estar na lista: o próprio Ali. É aí que Jasper... levanta-se de sua cadeira para atacá-lo. De alguma forma, o matraquear de Ali acabou fazendo com que Jasper se esquecesse de sua situação e voltasse a andar. Ali Blá-Blá-Blá, que diz entender o que aconteceu, explica que aplicou psicologia para ajudar o idoso. E, assim que começa a contar outros casos parecidos... é expulso por Batman, Robin e o Senhor Jasper.

A+:

* Mais despretensiosa do que essa história, impossível. Ali Blá-Blá-Blá é quase um Coringa mais inofensivo. A verdade é que nem sequer é um vilão. Além do roteiro nonsense, serve para que o desenhista Dick Sprang utilize ao máximo as distorções de seu característico traço.

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Ron Salas : [Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.]

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BATMAN - CAPÍTULO 9 - O SINAL DA ESFINGE


* Chuck White e Robin:



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darkmarcos

62 Re: O Diário de Dick Grayson em 11/12/14, 08:08 pm

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O DIÁRIO DE DICK GRAYSON - Parte 57

- Batman n° 31 ( Outubro de 1945 )

* "Trade Marks of Crime", história escrita por Joseph Greene, desenhada por Jerry Robinson

Publicada no Brasil pela Editora Ebal na revista O Guri n° 167 ("Marcas Registradas de Crime")


Parece que a noite em Gotham City está tranquila e quieta. Mas a dupla dinâmica, vigiando do alto de um edifício, percebe que um apartamento abaixo deles tem um rádio ligado. O estranho é que o telefone parece tocar insistentemente. Se o apartamento tem alguém... porque não atende ao telefone? Investigando mais de perto, os heróis descobrem que realmente há algo errado. Um homem está roubando o local. Assim que ele vê Batman e Robin, atira uma bolsa contra eles e sai correndo. O ladrão só consegue fugir porque Batman, ao persegui-lo, tropeça no corpo de um cachorro. Robin acredita que o cão está morto, mas Batman verifica que ele está drogado.

Batman entrega um pedaço de papel, que estava na boca do cachorro, para o comissário Gordon. Ele percebe que o papel tem cheiro de molho de carne. Provavelmente, ao ouvir o latido do cão, o ladrão jogou o papel com a droga para dormir por baixo da porta. Devido ao cheiro de molho de carne, o cachorro lambeu o papel... e apagou. Quando entrou no apartamento, o ladrão ligou o rádio para que os vizinhos não escutassem que estava arrombando o cofre com a prataria que procurava.

A dupla dinâmica retorna para a Batcaverna e pesquisa o arquivo com várias fichas de criminosos e suas características. Robin encontra as fichas dos envenenadores de cães e agora precisam cruzar com as de ladrões que ligam rádio para "trabalhar". Os heróis chegam até o nome de Silver John Staddon. Robin acha burrice um golpista sempre utilizar os mesmos métodos. Mas Batman explica que alguns criminosos, ao perceberem que certo método dá certo, passam a usá-lo constantemente.

Os heróis encontram Staddon no local conhecido como Taberna do Mike. Staddon se assusta ao vê-los. Algo que não acontece com outro homem presente no local, que ataca Batman. O herói consegue dominá-lo e Staddon é levado até o comissário Gordon. O criminoso insiste em dizer que esteve na Taverna na noite do roubo, não sendo responsável por ele. De fato, isso o inocentaria. De qualquer forma, ele é mantido como suspeito.

O estranho é que o padrão de bandidos que são presos depois segue o mesmo formato. Big Tim Stevens e Nipper Swarvo também alegam inocência, mesmo que os crimes apresentem características que estão catalogadas pela polícia (e pelo Batman). Swarvo, aliás, é o caso mais evidente disso... já que estava detido na cadeia na noite do assalto com sua marca. Batman observa esse padrão... e diz que eles realmente são inocentes. De alguma forma, alguém está imitando os métodos daqueles bandidos. O herói conhece os homens de Gordon e sabe que eles são de confiança. Mas pode ser alguém que tenha acesso ao prédio e não tenha ligação com a força policial. Robin cita a faxineira, por exemplo. Além disso, os últimos roubos seguem os métodos de bandidos que tem as mesmas iniciais no sobrenome... Staddon, Stevens, Swarvo... ST para SW. Em ordem alfabética, aliás.

Apesar de não acreditar que a senhora Dalling, responsável pela limpeza do departamento de polícia, seja responsável por fornecer as informações (ou roubá-las), Gordon leva Batman e Robin até a velha senhora. Ao ver Batman, ela pede que o herói levante as mãos. Apesar de estranhar o pedido, logo descobre que ela apenas quer enrolar as linhas de crochê em suas mãos. Afinal, segundo ela, é o que lhe restou para fazer naquela semana, na qual ela teve que se afastar do serviço por estar doente. O comissário se surpreende com esse fato. Afinal, nem havia percebido que ela havia faltado ao serviço. Na verdade... alguém está se passado pela Senhora Dalling... e roubando as informações. Porém, ao voltar para seu laboratório, Batman percebe que o material que se aderiu a sua luva, ao encostar na mesa próxima a velha senhora... era o mesmo encontrado em evidências nos locais do crime. Senhora Dalling realmente estava envolvida com os roubos!

Retornando até a casa da Senhora Dalling, eles são surpreendidos por outros bandidos que estavam no local. Apesar de Batman reagir prontamente, a Senhora Dalling surpreende Robin e enrola suas linhas em volta de seu pescoço. Com essa distração, Batman é desacordado, assim como o próprio Robin, e a dupla dinâmica é jogada no porão. Ao acordarem, a Senhora Dalling diz que irá matá-los... depois que seus homens voltarem de um roubo de carga de seda.

Quando ficam sozinhos, Batman diz que, antes de cair, pegou uma das agulhas da Senhora Dalling e a escondeu em sua capa. Robin a alcança e, com isso, consegue se desamarrar. A prioridade agora é deter o roubo. Voltando ao laboratório eles pesquisam o próximo criminoso na lista da polícia. Joe Swandi, especialista em roubos de carga e trabalhando com bandos de 4 a 5 integrantes. Os heróis descobrem que uma carga de seda está chegando ao porto de Gotham.

Chegando ao porto, a dupla dinâmica localiza os bandidos e consegue impedir o roubo.

Retornando a casa da Senhora Dalling, dessa vez acompanhados do comissário Gordon e de um policial, os heróis veem a mulher ser presa. E, pelos seus xingamentos, está bem diferente da imagem de "doce senhora" que transmitia. O último roubo, executado pelo próprio Swandi, demonstrou que os demais bandidos, cujo as técnicas foram roubadas, também faziam parte da gangue. A Senhora Dalling, na verdade, estudou seus métodos e, utilizando as mesmas fichas, os convocou. O fato de suas técnicas serem imitadas por outra pessoa, enquanto eles estivessem em locais diferentes, lhes daria um álibi. Para tornar a farsa mais verossímil, Dalling e Swandi utilizaram a ficha de Swarvo, que estava realmente preso e não fazia parte da gangue. Um plano inteligente, mas que foi desvendado pela dupla dinâmica.



ÂmagoNews:


* Nessa edição do ComicPod, participei com Vlad, Felipe Morcelli, Luis Alberto, Diego Bachini e Marcio Fiorito na comemoração dos 75 anos do Batman, falando da famigerada Queda do Morcego!

Batman - A Queda do Morcego : [Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.]

GALERIA



Stevyn Colgan : [Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.]

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BATMAN - CAPÍTULO 10 - ESPIÕES VOADORES


* Dick Grayson na espreita, só esperando pelo sinal de chamar Robin:



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Diego

63 Re: O Diário de Dick Grayson em 11/12/14, 09:01 pm

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Eu ouvi esse comicpod.
Os caras zoam mas é bem legal.

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darkmarcos

64 Re: O Diário de Dick Grayson em 12/12/14, 12:27 am

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Diego escreveu:Eu ouvi esse comicpod.
Os caras zoam mas é bem legal.

Diversão pura, meu amigo!
Obrigado pela audiência!

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Diego

65 Re: O Diário de Dick Grayson em 12/12/14, 12:04 pm

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Boa participação, marcos.
na próxima faz um jabà aqui do fórum. rs

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darkmarcos

66 Re: O Diário de Dick Grayson em 13/12/14, 09:50 pm

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Diego escreveu:Boa participação, marcos.
na próxima faz um jabà aqui do fórum. rs

Na verdade, leitores do blog andam descobrindo o fórum. Pode ficar tranquilo que a Rede Âmago está trabalhando nisso. Sempre.

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darkmarcos

67 Re: O Diário de Dick Grayson em 13/12/14, 09:51 pm

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O DIÁRIO DE DICK GRAYSON - Parte 58

- Batman n° 32 ( Dezembro de 1945 )

* "Rackety-Rax Racket", história escrita por Don Cameron, desenhada por Dick Sprang

Publicada no Brasil pela Editora Ebal na revista Batman (Em Formatinho) n° 5 ("O Trote do Coringa")


Bruce Wayne e Dick Grayson acabam de sair de uma joalheria, onde Bruce adquiriu uma maravilhosa safira para presentear Linda em seu aniversário. Assim que saem para a rua, veem um rapaz apontando uma arma para um policial. Porém, trata-se de um trote. A arma dispara uma serpente de borracha. Esta é a época em que os calouros dos colégios são obrigados pelos veteranos a fazer de tudo. Algo que Dick acha uma grande bobagem. Pelas ruas eles podem ver futuros estudantes amarrados a realejos como se fossem macaquinhos, caçando borboletas com uma rede, equilibrando cadeiras no queixo...

Mas há algo errado. Um dos "garotos" parece tropeçar e quebrar a vidraça da joalheria, enquanto o que caçava borboletas (ou brabuletas, como ele diz) aproveita para "caçar" as joias mais próximas. Já o que tropeçou, é socorrido pelos demais, pois parece ter se ferido. Bruce e Dick, vendo a hora de agir, entram em um beco e mudam para... Batman e Robin! Quando os heróis retornam para o local do acidente... aquele que tropeçou não parece estar nem um pouco ferido. Na verdade, trata-se do Coringa e sua gangue. Surpreendido, Batman é atingido pela cadeira que o vilão equilibrava e a gangue o sequestra. Um guarda impede que Robin os siga, imaginando que ele é apenas um calouro vestido de Robin.

Robin anda desconsolado pelas ruas, pois não sabe o paradeiro de Batman. Para sua surpresa, um carro pára a seu lado. É o Coringa! O vilão deseja ridicularizá-lo em troca de soltar Batman. Para isso entrega uma carta para o menino prodígio, com as instruções que deve seguir, um ingresso para o "Colégio dos Otários", uma caixa de engraxate, uma valise e um cofre de porquinho.

A primeira tarefa que Robin tem que executar é trabalhar como engraxate durante duas horas. Todos ficam intrigados do porque o parceiro de Batman estar engraxando sapatos. Logo em seguida, ele é obrigado a vender abafadores de orelhas e cobertores. O ridículo da situação é que... está em pleno verão. Curiosamente, um dono de loja de roupas compra todo seu estoque, a fim de estocar as peças para o inverno.

É claro que os propósitos do Coringa não são apenas dar um trote em Robin. No dia seguinte, o menino prodígio lê nos jornais que uma joalheria e uma loja foram assaltadas. Acontece que o jovem herói trabalhou como engraxate em uma rua onde havia muitos comerciantes de joias. Provavelmente, a graxa utilizada por ele continha alguma substância capaz de identificar os donos das joalherias. E a loja de roupas explodiu graças à mala com os produtos que Robin vendeu. Além disso, a loja de roupas é vizinha da joalheria. Robin tem que fazer alguma coisa, ao mesmo tempo em que se preocupa com a vida de Batman.

A tarefa seguinte de Robin é ir até o departamento de brinquedos da loja Bom-Tom e tirar as moedas de seu cofre de porquinho... para comprar uma boneca. Ele ainda tem que admitir perante todos que está fazendo aquilo, pois gosta de bonecas. Logo em seguida, as moedas entregues por Robin explodem dentro do caixa da loja e iniciam um incêndio. A gangue do Coringa, disfarçada de falsos bombeiros chega ao local e, ao invés de combater o fogo, usam um maçarico para abrir um rombo no teto. Logo acima, fica uma joalheria e o local que eles cortam dá acesso a uma vitrine com uma fortuna em joias. Mas uma boneca voadora anuncia que Robin ainda está no local e pode enfrentar os bandidos. Apesar de ser dominado facilmente, o menino prodígio é auxiliado por... Batman, que acaba de fugir do cativeiro do Coringa. Robin tem o apoio necessário para derrotar os bandidos, enquanto Batman captura o vilão.

Bombeiros e policiais dominam a situação... enquanto Batman e Robin desaparecem. Apesar de, de certa forma, o Coringa ter preparado Dick para uma fase da vida universitária, o jovem pensará duas vezes antes de passar por uma nova bateria de trotes.

A+:

* Dark+: Agradeçam ao Coringa por ter dado ao mundo um Robin engraxate e babá de bonecas.

ÂmagoNews:


* No final do ano, ocorre a chamada Iniciativa entre os principais podcasts de quadrinhos e cultura pop em geral do Brasil. O Inominata 616 (podcast do site Marvel 616) participou da primeira que tratava sobre os 90 anos de Stan Lee e agora, em sua terceira edição, com o tema sobre os 75 anos de Batman, falando dos personagens da Marvel que... parecem o Morcegão... mas não são.

E no mesmo Inomicanal e Inomihorário, os ouvintes terão esse novo episódio no qual participei com Coveiro, Paulo Arthur, Felipe Morcelli (do ComicPod, podcast do site Terra Zero) e Luis Henrique Garavello, do Quadrimcast. Falamos sobre vigilantes obscuros como o ensandecido Cavaleiro da Lua, o irreparável Falcão Noturno, o quase desconhecido Coruja-Gavião e tantos outros personagens da Casa de Ideias que descaradamente se inspiraram no Homem-Morcego.

Como definir o Cavaleiro da Lua usando o nome de uma só novela? Quais as semelhanças entre o herói e Robert De Niro? Que outro nome mais style o Falcão Noturno poderia ter no Brasil? E porque o pessoal do Conselho Tutelar deve ir atrás do Coruja-Gavião? Essas e outras questões só serão respondidas no penúltimo Inominata de 2014!

Ouçam e boa diversão.

Parece Batman... Mas Não É! [Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.]

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Marcus To : [Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.]

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BATMAN - CAPÍTULO 11 - UMA CILADA NIPÔNICA

* Banana engorda e faz crescer:



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banzé

68 Re: O Diário de Dick Grayson em 14/12/14, 09:13 am

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darkmarcos escreveu:
Diego escreveu:Boa participação, marcos.
na próxima faz um jabà aqui do fórum. rs

Na verdade, leitores do blog andam descobrindo o fórum. Pode ficar tranquilo que a Rede Âmago está trabalhando nisso. Sempre.

Pô, muito obrigado pela preferência, Dark. Quanto mais divulgação melhor para nós. O fórum é novo ainda, tem somente 6 meses de ativação, já convidei muita gente, alguns legais se cadastram, outros nem ligam, a uma certa acomodação, leitor de quadrinhos não gosta do novo, não gosta de mudanças, mas tenho certeza que devagar, em 2015, o fórum vai deslanchar, afinal os outros fóruns de quadrinhos, como MBB, Miolos, TexBr, tem muitos anos de atuação, desistir agora do projeto fumetteiros, seria até mesmo covardia, e eu, Diego, e também você caro amigo Dark, não somos perdedores. Um grande abraço a todos. Smile

Ver perfil do usuário http://fumetteiros.omeuforum.net

darkmarcos

69 Re: O Diário de Dick Grayson em 14/12/14, 11:48 am

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banzé escreveu:
darkmarcos escreveu:
Diego escreveu:Boa participação, marcos.
na próxima faz um jabà aqui do fórum. rs

Na verdade, leitores do blog andam descobrindo o fórum. Pode ficar tranquilo que a Rede Âmago está trabalhando nisso. Sempre.

Pô, muito obrigado pela preferência, Dark. Quanto mais divulgação melhor para nós. O fórum é novo ainda, tem somente 6 meses de ativação, já convidei muita gente, alguns legais se cadastram, outros nem ligam, a uma certa acomodação, leitor de quadrinhos não gosta do novo, não gosta de mudanças, mas tenho certeza que devagar, em 2015, o fórum vai deslanchar, afinal os outros fóruns de quadrinhos, como MBB, Miolos, TexBr, tem muitos anos de atuação, desistir agora do projeto fumetteiros, seria até mesmo covardia, e eu, Diego, e também você caro amigo Dark, não somos perdedores. Um grande abraço a todos. Smile

Devagar e SEMPRE. Esse é o caminho.
Âmago, antes de ser o blog que vocês conhecem, já foi um fanzine impresso. Ou melhor dizendo, xerocado. Ou melhor dizendo ainda... DATILOGRAFADO!!! (olha só como tô véio...). Depois de produzir ele praticamente inteiro (sendo que a arte era feito por meus ilustres colaboradores). Distribuía nos pontos de venda, indo a cada um deles. Chegou a um ponto em que aquele que eu colocava em uma loja no começo do dia... esgotava no final do mesmo dia. É claro que tem que se prezar pela qualidade do que está oferecendo ao leitor. Mas, confesso, que um dos fatores do sucesso foi... persistência. O leitor SABIA que, em determinada data, encontraria uma nova edição do fanzine na prateleira de sua loja favorita. Loucuras a parte, foram 25 edições QUINZENAIS. As vendas iam tão bem que já estava se pagando a produção. Só que distribuir sozinho já estava consumindo boa parte da vida (além de produzir e montar tudo é claro) e aí tive que descontinuar. Mas nunca, nunca, nunca parar.

Com o advento da internet (olha o papo de véio de novo...) surgiu a chance da marca Âmago ressurgir como um blog. Daí foi só ver o trabalho crescer. Evoluí conforme a resposta positiva do leitor a cada mudança (e limei o que prejudicaria o bom andamento do mesmo).

Pode até parecer que há pouco feedback entre leitores e os artigos, mas os gráficos não mentem. Eles estão lá, lendo, acompanhando. E sim, dão seus pitacos quando querem. Pitacos valiosos como, por exemplo, o puxão de orelha que levei de Al Gordon (artefinalista da Liga da Justiça Cômica de Giffen, DeMatteis e Maguire) que reclamou por eu não citar o nome de artefinalistas nos artigos (quando creditados... algo que corrigi). Agradecimentos do próprio Steve Epting por abordar sua fase no Capitão América. Entre outros que fui e sou fã. Mas esse não é apenas o lado bom. O lado AINDA MELHOR é receber emails da mãe que confessa acompanhar cada postagem com a filha, como se fosse uma novela. Do leitor lá do interior de Rondônia que não tinha muito acesso ao material impresso e agradeceu pela dica do que comprar. Da leitora que sequer era leitora de quadrinhos, mas se interessou pelas histórias abordadas e correu atrás de determinados encadernados e hoje tem uma gibiteca particular respeitável. Da leitora que deu um "oi" para o blog e mostrou que já acompanhava o trabalho desde a versão impressa, tendo todos os 25 publicados em sua cabeceira até hoje...

E vale aqui citar um dos melhores momentos até hoje: um jornalista de Portugal que me ESCRACHOU em um fórum (que hoje não existe mais) dizendo que meus artigos eram meras traduções de artigos em inglês ou mesmo de antigas revistas Wizard. Para esse, mandei meu muito sincero obrigado... pois era a pura verdade. Não tão literal, mas era. O que acontecia é que houve época em que eu lia mais artigos (principalmente em inglês) do que os quadrinhos propriamente ditos. Tendo isso em mente, começava a escrever os artigos. Obviamente, muito do que era abordado nos originais apareciam no meu artigo (não como mera tradução, mas como o tipo de abordagem ao tema). Com essa bronca que levei, consertei cada ponto dos artigos em que ele tocou... e o resultado foi satisfatório. Pra mim. Pra ele (que deu um jóinha) e pros leitores.

Então, depois desse capítulo de O Diário de Marcos Dark, o que tenho a dizer é... persista. Nunca se pergunte porque está fazendo isso, tomando boa parte de seu tempo em atenção. É o mesmo que perguntar porque gostar de quadrinhos, séries, cinema... Há aquelas pobres almas que se perguntam o que você ganha em troca (claro, pensando em finanças). É importante ganhar algo em troca? Sim, é. Mas, com esse trabalho, você está fazendo seu nome. Fazendo-o aparecer. Vendo como é gratificante quando o nome Fumetteiros for reconhecido por um completo estranho (para o qual você se tornará referência e, acredite, você não terá o menor controle sobre isso). Quem sabe, com seu nome estabelecido, um retorno mais financeiro não venha. As chances aumentam com isso. Mas muito mais do que retorno financeiro... é a alegria de exemplos como o acima poderão lhes dar. E se alguém, um dia, tiver a infelicidade de perguntar se esses exemplos pagam as contas... pergunte se as contas dele o fazem sorrir. As contas apenas vencem e vão embora (além de serem incômodas). Já o carinho por um trabalho que você fez, não só fica marcado pra sempre em sua vida de fã... mas, acredite, marca e influencia a vida de muita gente que gosta desse maravilhoso mundo do entretenimento que você tão gosta... fazendo com que você, discretamente, forme boa parte do caráter de seus próprios leitores... da mesma forma que as obras originais discretamente formaram a sua própria.

O mérito não é meu. O mérito não é seu. O mérito é todos os envolvido. De quem manda e de quem recebe a mensagem. Muito além do que você possa imaginar. Em um universo de leitores, muito mais vasto do que você possa ver. Mas o pouco que você irá sentir vez o outra... te fará se sentir bem... e persistir.

Persista.

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banzé

70 Re: O Diário de Dick Grayson em 14/12/14, 12:04 pm

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Obrigado pelas grandes palavras, amigo Dark, com certeza vou continuar a persistir com este novo espaço para se debater sobre quadrinhos, e cultura pop em geral. No começo tinha muita gente me jogando para baixo, falando pra que um novo fórum, ridicularizando meu trabalho, mas não ligo, é algo gratificante que eu gosto de estar realizando, quem não quer participar, tudo bem, outros vão querer entrar no fórum, quando se fecha uma porta, se abre uma janelinha, como se fala no ditado popular. Você é a prova viva que tem gente que gosta de novas oportunidades, novos desafios, se instalou no fumetteiros, e tem realizado um grande e magistral trabalho por aqui, agradeço-lhe muito por isso, não nos abandone em 2015, pelo contrário, esse fórum é um lugar onde você pode falar que é parte da sua casa, use e abuse o quanto quiser, se precisar de algo, eu e os moderadores que escolhi podem te ajudar no que precisar. Very Happy



Última edição por banzé em 18/12/14, 04:59 pm, editado 1 vez(es)

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darkmarcos

71 Re: O Diário de Dick Grayson em 14/12/14, 10:42 pm

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O DIÁRIO DE DICK GRAYSON - Parte 59

- Batman n° 32 ( Dezembro de 1945 )

* "All For One, One For All", história escrita por Don Cameron, desenhada por Dick Sprang

Publicada no Brasil pela Editora Diário da Noite, na revista O Guri n° 165 ("Um Por Todos e Todos Por Um")


Dick e Bruce se submetem aos experimentos de regressão do Professor Carter Nichols e se veem na Paris de 300 anos atrás. Coincidentemente, eles se deparam com uma cena de injustiça. Um único espadachim enfrentando, sozinho, outros três. Imediatamente, a dupla dinâmica, vestindo seus uniformes, entra em ação para equilibrar aquele combate. Obviamente, ninguém gosta da intromissão daqueles "estranhos" heróis. Nem mesmo o jovem espadachim que está sendo defendido. Ele, aliás, se apresenta com um nome bem conhecido: D'Artagnan. Logo, os outros são reconhecidos como Athos, Porthos e Aramis, também conhecidos como os Três Mosqueteiros. Intrigados, lhes é explicado que eles ainda irão se tornar amigos e que tudo foi escrito em um livro que será lançado duzentos anos no futuro, chamado "Os Três Mosqueteiros", escrito por Alexandre Dumas. Os mosqueteiros acreditam que aquilo seja alguma espécie de bruxaria e ainda estão ofendidos por sua batalha ter sido interrompida.

Assim como indicado no livro de Dumas, guardas do Cardeal Richelieu atacam os mosqueteiros. O livro não mencionava como apenas quatro mosqueteiros conseguiram vencer tantos guardas (apesar de suas habilidades com o mosquete), mas agora a ajuda de Batman e Robin parece clara. No meio da batalha em ajuda a seus novos amigos, Robin rouba a lança de um dos guardas e a usa como se fosse um instrumento de salto.

Apesar de vencerem os guardas, os heróis acabam vencendo. Ainda assim, D'Artagnan sai da batalha ferido. Em seu leito, o jovem mosqueteiro faz o juramento e, assim como no livro de Dumas, torna-se amigo dos outros três. Os míticos heróis ainda aceitam Batman e Robin como seus aliados. Para cobrir a recuperação de D'Artagnan, a dupla dinâmica se vê com a responsabilidade de assumir parte da história. Responsabilidade, aliás, com a obra do próprio Dumas.

Do quarto de D'Artagnan, Robin avista os guardas invadindo a casa de Lady Constance, confidente da rainha que é salva pelo jovem mosqueteiro. Mas, como D'Artagnan está se recuperando, Batman usa seu kit de maquiagem para "transformar-se" nele. O disfarce é perfeito e Robin utiliza um chapéu para fingir ser o lacaio de D'Artagnan. A dupla enfrenta os guardas que foram sequestrar Lady Constance. Para Robin, é como se estivessem defendendo as páginas da literatura. Diante da fúria da dupla dinâmica, os sequestradores fogem. A intenção dos vilões era impedir que Lady Constante de levar as joias da rainha para o Duque de Buckingham, promovendo a paz entre a França e a Inglaterra. Batman e Robin informam D'Artagnan e pedem que ele não se preocupe, pois já passaram por situações perigosas e irão cumprir a missão de levar as joias.

O caminho até o duque parece tranquilo, contradizendo o livro de Dumas. Mas logo os atacantes, armados, aparecem para detê-los. Os heróis conseguem fugir e embarcar no navio que os levam até a Inglaterra. A dupla dinâmica consegue entregar as joias para o duque. A espiã de Richelieu, que organizou o sequestro de Lady Constance, também chega à Inglaterra e tenta acusar D'Artagnan de roubar as joias. Mas, como os heróis já sabiam de cada passo graças ao livro de Dumas, eles conseguem revelar que ela é uma espiã, fazendo com que acabe sendo presa. A espiã diz algo que realmente está no livro: Constance será envenenada! Os heróis agora têm que voltar para a França e impedir isso. Utilizando a carruagem da espiã, chegam até ao navio que os trouxe. A tripulação ainda está em terra, mas eles não têm tempo a perder. Por isso, o falso D'Artagnan espanta a todos quando ele mesmo ajuda a içar as velas.

Em solo francês, os heróis se livram de seus disfarces e, agora como Batman e Robin, seguem para o local onde Constance está cativa. Lá chegando, são recepcionados por guardas armados. A dupla desce de suas montarias e atacam os guardas do castelo. Mas eles não lutarão sozinhos. D'Artagnan, já recuperado, e os Três Mosqueteiros chegam ao local e lhes dão o apoio que precisavam. A dupla dinâmica e os mosqueteiros conseguem derrotar os guardas e resgatar Constance. Quando todos estão comemorando a vitória... o mundo começa a desaparecer para Batman e Robin.

Dick e Bruce acordam de seu transe, mas sabem que, de alguma forma, deram um final feliz para a obra de Dumas. O Professor Nichols admira como a dupla é fã de Batman e Robin, já que acabaram sonhando que os heróis lutavam ao lado de mosqueteiros. O que o professor não sabe é que nada seria o mesmo para os dois se os famosos combatentes do crime não existissem.



A+:

* O Professor Carter Nichols seria um personagem coadjuvante das histórias de Batman toda vez que a mesma fizesse menção a viagens no tempo.

* Dark+: A dupla dinâmica estava sem o que fazer. Sabem como é: mente vazia, oficina do viajante do tempo. Aliás, dane-se mudar o rumo da história, né?

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Yale Stewart : [Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.]

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BATMAN - CAPÍTULO 12 - CARVÕES DO MAL

* Procurando Linda:



Artigo publicado originalmente no blog Âmago: [Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.]

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darkmarcos

72 Re: O Diário de Dick Grayson em 15/12/14, 09:53 pm

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O DIÁRIO DE DICK GRAYSON - Parte 60

- Detective Comics 105 ( Novembro de 1945 )

* "The Batman Goes Broke", história escrita por Don Cameron, desenhada por Win Mortimer

Publicada no Brasil pela Editora Grande Consórcio Suplementos Nacionais, na revista O Lobinho n° 71


Batman e Robin acabam de enfrentar a gangue de Simon Gurlin. No meio da luta, Robin é atingido e a gangue consegue fugir. A dupla dinâmica poderia persegui-los mas... eles não têm mais um batmóvel! A dupla dinâmica tenta chamar uma viatura de polícia, mas os policiais não acreditam que ele realmente seja o verdadeiro Batman. O herói tenta mostrar o distintivo que o Comissário Gordon lhe deu... mesmo assim não acreditam. Afinal, era um distintivo de platina com diamantes... e não há diamantes no que ele mostra. Robin confessa que teve que penhorá-los. Não era assim que planejavam... mas parece que a dupla dinâmica terá que se aposentar.

Dias atrás, a Wayne Motors Co. recebeu um golpe de seu tesoureiro e Bruce foi obrigado a pedir falência. Apesar de Dick observar que, mesmo nessa situação, ainda podem contar com a inteligência e força da dupla dinâmica, Bruce é realista em dizer que muitas coisas mudarão dali para frente. Uma das soluções de Dick é que eles devem procurar empregos comuns para manter Batman e Robin... e até o fiel Alfred (que decidiu ficar, mesmo não tendo mais seu emprego propriamente dito) em atividade.

Mesmo procurando emprego, Dick se incomoda com o fato de não poder investigar sobre o caso de Gurlin. Bruce tem uma ideia. Dick irá trabalhar de vendedor de jornais e manterá seus olhos e ouvidos abertos para qualquer pista sobre o criminoso. Os jornais que irá vender serão os da cidade de Lansboro, onde Gurlin nasceu. Enquanto isso, Batman estará disfarçado como um cego que pede dinheiro perto dali.

De fato, não demora muito até que Batman reconheça um dos capangas de Gurlin comprando jornais e o captura. Mas os seus parceiros saem de um carro e atiram na perna de Batman, que acaba deixando o criminosos fugir.

Naquela noite, apesar do criminoso ter fugido, ele acabou deixando o jornal que comprou para trás. O mesmo jornal que Dick lê agora e no qual encontra um anúncio de Gurlin, dando uma pista de onde ele pode estar. O problema é que o batmóvel está com o tanque vazio e Bruce não tem dinheiro para abastecê-lo. No entanto, Dick oferece o pouco que ganhou no dia vendendo jornais e Alfred também contribui com o dinheiro que ganhou cortando a grama de vizinhos.

Assim que o batmóvel ganha a estrada, a má sorte da dupla dinâmica mostra que ainda não os deixou. Desviando de um agricultor que pega a estrada repentinamente com seu pequeno trator, o veículo bate em uma árvore e danifica seu pneu. Os heróis são obrigados a deixá-lo em um borracheiro e agora tem que correr para conseguir dinheiro para pagá-lo. A solução é se apresentar em um circo próximo como... Batman e Robin. O dono do circo não acredita que eles sejam tão bons como os verdadeiros, mas decide lhes dar uma chance. O público não acredita que a dupla dinâmica que vê no picadeiro possa ser tão eficiente quanto os verdadeiros. Mas as acrobacias da dupla impressionam e levam os presentes ao delírio. O dono do circo até propões triplicar o valor inicial, mas os heróis tem um trabalho a fazer em Lansboro.

Ao recuperarem o batmóvel, a dupla dinâmica chega à cidade de Lansboro. A ideia é abordar os criminosos separadamente e sem o uniforme, utilizando suas identidades civis. Porém, quando Dick faz isso, é reconhecido por um dos bandidos como o garoto que vendia jornais quando ele foi atacado por Batman. Logo, o garoto deveria estar envolvido com o herói. Dick é abordado pelos bandidos e tenta ganhar tempo escolhendo uma revista para levar para seu possível cativeiro. Quando Bruce chega à estação, estranha que Dick esteja comprando revistas. Afinal, ele não tem um níquel sequer. Quando Bruce se aproxima, percebe que os títulos das revistas que ele tem em mãos formam uma mensagem, que alerta que sua vida pode estar em perigo. Só então que Bruce percebe que ao lado de Dick está um dos comparsas de Gurlin.

Bruce os persegue vestido de Batman, mas outro bandido, que não trouxe sua arma, o ataca com uma pedra e o derruba. A pedra não o feriu, mas quebrou o rádio de seu cinto. Ele consegue salvar Dick, mas os ladrões fogem. Batman não se preocupa, pois eles eram apenas os comparsas e ele pretende prender o próprio Simon Gurlin.

Os heróis seguem para uma loja de equipamentos para que Batman consiga consertar seu rádio. Quem não está entendendo agora é Robin, pois Batman não tem dinheiro para consertá-lo. Porém... lá eles encontram Gurlin e sua gangue. A ideia era justamente essa. O rádio de seu cinto não chegou a ser quebrado. Ele apenas os fez pensar isso pois aquela era a única loja daquele tipo na cidade. Logo, Gurlin seguiu para ela a fim de emboscar Batman. Só que acabou sendo emboscado. Os heróis desamarram o dono da loja, que receberá a recompensa por ter capturado a gangue... algo mais do que suficiente para pagar os prejuízos que a luta causou.

Ao voltarem para casa, famintos, a dupla dinâmica se preocupa se, pelo menos, há algo para comer. Quando são recepcionados por Alfred, imaginam estar sentindo o aroma de peru assado. Mas não se trata de imaginação. Um farto jantar realmente está servido. Ainda boquiaberto, Wayne recebe um jornal de Alfred. As manchetes dão conta das investigações na Wayne Motors e de que os ladrões responsáveis por sua quebra foram pegos. A empresa foi salva! Além disso, agora a dupla dinâmica poderá continuar a lutar, tranquilamente, contra o crime. É algo que Alfred nunca perdeu a esperança de ver... apesar de confessar temer ter que continuar cortando mais grama.



A+:

* Primeiro trabalho do desenhista Win Mortimer, que se tornaria um dos mais notórios desenhistas do Superman. O curioso é que ainda se mantinha a tradição de colocar a assinatura de Bob Kane no início das histórias do Batman, como se ele fosse o autor. Mesmo com Mortimer sendo creditado posteriormente, na própria história ele deu um jeito de seu nome aparecer. Quando Batman enfrenta os bandidos na pequena cidade de Lansboro, antes de levar a pedrada em seu cinto, atrás deles um toldo mostra a inscrição "JW Mortimer" (as iniciais de seu nome verdadeiro: James Winslow Mortimer)

* Dark+: Na alegria, na tristeza, na riqueza, na pobreza... e no combate ao crime. Exemplo perfeito da eficiência de um bom roteiro em poucas páginas. Uma situação principal (a falência de Wayne) permeada por uma série de consequências. A tensão, nesse caso, não estava apenas na forma como os heróis resolveriam a captura de um criminoso... mas como iriam sair dessa pindaíba. É impressionante como essa situação não se resolve até a metade da última página, como se fosse haver uma continuação para essa mini-saga. E mesmo com meia página para a resolução do problema, não deu a impressão de ser algo tão forçado.

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Evan Shaner : [Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.]

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BATMAN - CAPÍTULO 13 - OITO PASSOS PARA BAIXO

* Onde está o parceiro-mirim quando se precisa de um? :



Artigo publicado originalmente no blog Âmago: [Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.]



Última edição por darkmarcos em 16/12/14, 10:21 pm, editado 1 vez(es)

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darkmarcos

73 Re: O Diário de Dick Grayson em 16/12/14, 10:20 pm

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O DIÁRIO DE DICK GRAYSON - Parte 61

- Batman 34 ( Abril de 1946 )

* "The Marathon of Menace", história escrita por Bill Finger, desenhada por Dick Sprang, artefinalizada por George Roussos

Publicada no Brasil pelo Diário da Noite, na revista O Guri n° 162 ("A Corrida da Morte")


Dick Grayson fica animado com a possibilidade de participar de uma corrida patrocinada pelo famoso corredor Marty Steele. Afinal, seria uma ótima oportunidade para testar os foguetes e os propulsores desenvolvidos por Bruce. Mas Bruce o lembra que eles não procuram agir como Batman e Robin em troca de dinheiro ou glória pessoal. Sobre a insistência de Dick em aplicar os propulsores na corrida, Batman acaba cedendo. Porém, não irão participar como corredores, mas apenas seguir os competidores de longe.

Robin mal pode esperar para partir quando ouve o tiro da largada. Muitos dos competidores seguem pelo rio, pois a hidrovia é o melhor meio de avançar pela região dos Grandes Lagos e passar pelos canais que se conectam ao Rio Mississipi.

Apesar de tomar a dianteira, a dupla dinâmica logo recebe o chamado de um dos competidores, que está tendo problemas com sua lancha. Batman desce para ajudá-lo a consertar seu motor. Algo que esse competidor realmente não faria... pois é cego! Roy Damon, o nome desse competidor, desenvolveu um sistema artificial de radar que o guiará durante a corrida. Seu intento é uma lição de superação para pessoas na mesma situação que ele.

Em seguida, os heróis sobrevoam o Monte Rushmore. Apesar da bela visão com as enormes esculturas que traz os rostos de quatro famosos americanos, Robin avista algo no topo no monte.

Quando se aproximam, disparos são desferidos contra eles. Os criminosos acreditam que conseguiram derrubar os heróis, mas são surpreendidos por eles, que escalam o monte e salvam uma das competidoras, chamada Glenda West, que lhes conta sobre o plano do bando em sabotar o avião do misteiroso corredor John Doe.

Em seguida, a dupla dinâmica segue por barco, atravessando as perigosissimas corredeiras do local. Logo acima, o avião de John Doe parece ter problemas e ele está prestes a se espatifar nos rochedos a sua volta. Quando enfrentavam os criminosos em Monte Rushmore, uma bala foi desferida e acabou furando o tanque do avião de John. Antes que caia, Robin lança o batarangue com uma corda amarrada nele. Quando a arma contorna o avião de John Doe, forma um meio de Robin escalar até o veículo e levar combustível suficiente para que pouse com segurança.

Os esforços da dupla dinâmica para seguir a corrida, os leva a chegar com o batmóvel primeiro na linha de chegada. O público até acredita que foram eles que ganharam a corrida. Mas o próprio Batman os lembra que ele não estava inscrito. O prêmio, então, vai para o segundo lugar: John Doe, que se virou como pôde e acabou chegando com uma carroça emprestada. Quando Doe tira sua máscara, revela ser... Marty Steele, que estava desenganado pelos médicos e acabou provando que seu coração aguentaria muitas corridas ainda.

Quando a Roy Damon e Glenda West, o primeiro acabou ficando com o prêmio, uma vez que Marty não via sentido em presentear a si mesmo. Já Glenda, encontrou com Roy no meio do caminho e percebeu que ele estava com problemas. Apesar de não ser tão amigável em uma situação dessas, ela se surpreendeu com o fato de Roy ser cego. Além disso, os vilões sabotadores eram homens de seu tio, um magnata da indústria de motores, que queria garantir a vitória da sobrinha.

No final, todos aprenderam alguma lição e passam a trabalhar juntos.

Quanto a Robin... ele finalmente admite que conseguiu se divertir... e testar os novos propulsores.



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Jay Sloan : [Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.]

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BATMAN - CAPÍTULO 14 - O CARRASCO ATACA

* O crocodilo que é um Saco :



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darkmarcos

74 Re: O Diário de Dick Grayson em 20/12/14, 09:36 pm

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O DIÁRIO DE DICK GRAYSON - Parte 62

- Batman 34 ( Abril de 1946 )

* "Ally Babble and the Four Tea Leaves!", história escrita por Bill Finger, desenhada por Dick Sprang, artefinalizada por George Roussos

Publicada no Brasil pelo Diário da Noite, na revista O Guri n° 168 ("A Arte de Falar Bem")


Dick Grayson vê um conhecido dele e de Bruce em uma cena estranha: Ari Tagarela (ou Ally Babble) correndo atrás de um bonde gritando por sua fortuna. E onde Ari Tagarela está, sempre há problemas. Por isso, a dupla dinâmica decide seguir essa insólita situação. Quando Ari os vê, conta que aquele bonde tem ladrões que estão levando sua fortuna. Bem... em se tratando do Tagarela, ele começa a contar bem mais que isso. Mas os heróis não tem tempo a perder.

Batman dirige o batmóvel até emparelhar com o bonde, enquanto Robin, que se equilibra em cima do veículo, salta para dentro dele. Assim que os bandidos avistam o menino prodígio, eles percebem que Batman também está envolvido. E isso é confirmado quando o próprio homem-morcego também salta para dentro do bonde. Assim que os heróis derrotam os criminosos, Ari Tagarela os alcança e mostra sua "fortuna": um envelope com folhas de chá. Por mais que se arrependa do que vai fazer, Batman pede a Ari Tagarela que se explique. E ele explica. Muito. Até demais. Muito resumidamente, trata-se de uma previsão feita por uma cartomante, que leu nas folhas de chás quatro situações pelas quais o falador passará. Cada uma delas lhe dará alguma recompensa. No bonde, por exemplo, ele encontraria a fortuna. De fato quando o dono da compania de bondes chega para agradecer o herói, isenta Ari de pagar a passagem e o aconselha a investir o dinheiro, pois, um dia, ele poderá ter uma fortuna.

A segunda folha de chá prevê que Ari Tagarela encontrará o amor. Ari pergunta a Batman quando é que se sabe que está apaixonado por uma garota. O herói, filosoficamente, explica que, ao beijá-la, sentirá como se tivesse sido atingido na cabeça, se sentirá fraco a ponto de estar de joelhos. Isso é o amor. Feliz pelo esclarecimento, Ari Tagarela parte para o encontro com o cupido.

Logo depois, a dupla dinâmica reencontra Ari e Batman pergunta como foi seu encontro com o cupido. Ele explica que acabou encontrando a garota, eles se beijaram e ele sentiu todos os sintomas que o herói indicou. Só há um problema. Apesar dos sintomas da paixão, ele não gosta dela. (o que Ari não detalhou - e isso, pra ele, é estar muito abalado - é que ele salvou uma mulher de ser atropelada. Ela, agradecida, o beijou embaixo de uma obra em construção. Um tijolo caiu na cabeça de Ari no momento do beijo. Mas isso não impediu que ele visse que ela era uma tremenda baranga). Enfim, é hora de partir para a missão prevista na terceira folha de chá: uma viagem de navio.

Uma lufada de vento faz com que o envelope seja levado das mãos de Ari Tagarela e o guie para um hospital. A dupla dinâmica prefere manter-se por perto dessa vez, já que, com certeza, ele irá se meter em alguma confusão. De fato, assim que entram no hospital, Ari está no chão, juntamente com alguns homens que derrubou em sua correria. Mas Robin percebe que esses homens no chão estão armados. Assim que eles veem os heróis, fogem para os elevadores. Para ganhar tempo, chutam um tubo de oxigênio para cima deles. Xereta, Ari Tagarela observa que o pino do tubo foi rompido e acaba intoxicando-se com oxigênio puro. Mesmo meio zonzo, segue os heróis pelo segundo elevador que, para sorte deles, é mais rápido do que o dos criminosos. Logo, Batman, Robin e Ari encurralam os suspeitos no teto do hospital. O teto é decorado como se fosse um enorme navio. Ainda zonzo por ter respirado oxigênio puro, Ari Tagarela brinca perigosamente com o timão de mentira e até acaba ajudando quando atinge um dos criminosos que iria atirar em Batman. No meio da luta, Ari se equilibra na borda do edifício... e cai. Desesperados, os heróis correm para ver o destino de seu "amigo", mas se surpreendem ao ouvi-lo cantar. Acontece que há pequenos botes salva-vidas de mentira nas bordas do prédio e Ari caiu dentro de um deles.

Em seguida, Batman o aconselha a não se meter mais em confusões ao perseguir a previsão da quarta folha de chá. Esta diz que ele irá se deparar com um acontecimento que irá deixar seus amigos felizes. De repente, Ari começa a ficar rouco. Tomar vento no topo do hospital fez isso e agora ele mal pode tagarelar. Batman e Robin então acreditam na folha de chá. Pois Ari Tagarela deixar de falar é algo que deixa seus amigos realmente felizes.

A+:

* Dark+ : Muito mais impactante do que a aula de Batman sobre o que é o amor, é a frase de Ari Tagarela logo após seu encontro: "Eu não gosto da garota que eu amo!" Simplesmente épica...

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Spencer Douglas : [Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.]

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BATMAN - CAPÍTULO 15 - A DESTRUIÇÃO DO SOL NASCENTE

* Esse botão não, Robin!!!! Ah, deixa...



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banzé

75 Re: O Diário de Dick Grayson em 21/12/14, 09:17 am

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Olá Dark, criei uma nova categoria dentro do fórum, o usuário VIP, já que você é importante e especial dentro deste fórum, te inclui nesta nova categoria. Você terá novas ferramentas para postar, como se fosse um moderador, mas não precisa se tornar um. Abraços. Wink

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